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Família de Guarapari faz vaquinha para garantir cama hospitalar a jovem vítima de atropelamento
Após ser atropelado por um caminhão aos 11 anos, Andresson Pereira vive há uma década totalmente dependente de cuidados
Por Natiele Ribeiro dos Santos
Publicado em 15 de janeiro de 2026 às 09:12
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Aos 11 anos, um atropelamento mudou completamente a vida de Andresson Pereira. Hoje, com 21 anos, o jovem não anda, não fala e depende totalmente dos cuidados da mãe, Sandra Pereira, de 49 anos. Moradores do bairro Meaípe, em Guarapari, a família lançou uma vaquinha online para arrecadar recursos e adquirir uma cama hospitalar, item essencial para garantir mais conforto, segurança e qualidade de vida ao jovem.
O acidente aconteceu quando Andresson voltava da escola acompanhado do irmão mais velho. Ao atravessar a rua, ele foi atropelado por um caminhão-tanque. Desde então, o jovem passou a viver com graves sequelas neurológicas e motoras, exigindo acompanhamento constante e cuidados integrais.
Atualmente, Andresson permanece a maior parte do tempo deitado. Ele não realiza nenhuma atividade sozinho e necessita de ajuda para todas as funções básicas, como alimentação, higiene e mudança de posição na cama.
Como ajudar
Segundo o tio, Carlos Henrique, de 51 anos, terapeuta holístico, a família vive em uma casa simples e com pouca infraestrutura no bairro Meaípe. Ao todo, 14 pessoas moram no mesmo imóvel – entre filhos, noras e netos – o que torna tanto a rotina quanto a situação financeira mais difícil.
A vaquinha online tem como objetivo arrecadar recursos para a compra de uma cama hospitalar adequada, que possibilite melhores condições de cuidado, prevenção de feridas, infecções e mais dignidade para Andresson e sua mãe.
As doações podem ser feitas pelo link: https://ajudaja.com.br/campanha/?x=129402
Rotina de cuidados e dificuldades diárias
Sandra é dona de casa e dedica a rotina integralmente ao filho. Por conta da dependência total de Andresson, ela não consegue trabalhar fora. Um dos maiores desafios enfrentados no dia a dia é o momento do banho. “Quando preciso tirar ele da cama, é necessário chamar outra pessoa para ajudar, porque ele está pesado e a cama é muito baixa”, relatou Sandra.

Segundo ela, a cama hospitalar facilitaria o manuseio do filho, reduziria o esforço físico e evitaria acidentes e machucados.
Além disso, Andresson faz uso contínuo de medicamentos, o que gera um custo mensal elevado. Também são frequentes os gastos com curativos, já que, devido à limitação de movimentos, ele acaba se machucando com facilidade.
Risco à saúde e internações
A falta de uma cama adequada também traz riscos à saúde do jovem. Recentemente, Andresson ficou mais de 20 dias internado após contrair uma bactéria.
“Essa cama hospitalar não só vai me ajudar, mas vai dar um conforto melhor para ele. Vai evitar machucar ele, vai ter mais espaço para a gente virar ele de posição”, explicou a mãe. “Vai evitar também dele pegar certos tipos de bactérias. A cama vai ajudar muito nisso.”
É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.
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