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O futuro político de Guarapari

Por Glenda Machado

Publicado em 12 de dezembro de 2008 às 00:00

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O governador Paulo Hartung (PMDB) não conseguiu emplacar seu candidato favorito em Guarapari, mas o prefeito eleito Edson Magalhães (PPS) saiu das urnas declarando apoio à administração estadual. E a promessa está sendo cumprida. Pelo menos é o que parece. Magalhães tem mantido contatos freqüentes com o vice-governador Ricardo Ferraço.
Porém, enquanto tenta tranqüilizar o caminho entre o município e o estado, a ponte entre a atual e a futura gestão está um tanto obstruída. A comemoração de fim de ano já está chegando e os trabalhos de transição nem sequer começaram. Conseqüências da instabilidade política da cidade que já se tornou hábito.
Os últimos prefeitos tiveram uma relação meio ortodoxa com a Câmara de Vereadores, além de serem alvos de diversas denúncias, que resultaram em sucessivos afastamentos. Magalhães é um exemplo. Vice do prefeito Antonico Gottardo (PHS), assumiu a prefeitura por um ano e nove meses durante o afastamento do chefe do executivo.
Mas no dia em que Gottardo reassumia a prefeitura, o prefeito em exercício foi afastado por duas ações movidas pelo Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES). Além dos dois afastamentos, Magalhães ainda responde por quase 30 ações de improbidade administrativa.
Mesmo assim saiu vitorioso nas eleições. Agora eleito, tenta reeleger na presidência da Casa de Leis, o vereador Sérgio Ribeiro Passos (PPS) que segue para o quarto mandato consecutivo. “Dar uma continuidade ao bom trabalho que já começamos na Câmara Municipal é o mais benéfico para a população”, garante o atual presidente.
Entretanto, não será um trabalho fácil, já que outros nomes também estão sendo bastante cotados para o cargo. Entre eles, o vereador José Raimundo Dantas (PRB) que está no páreo. Apesar de confirmar pretensão, preferiu não comentar nada por enquanto. Apenas disse que se não puder ser candidato, seu apoio será do colega José Benigno Maioli (PSDB).
Outro vereador que também mostrou interesse foi o novato Sérgio Ramos Machado – Serjão de Jabaraí (PMDB). “Quero fazer uma Câmara de Vereadores mais transparente para o povo”, afirma. Porém, alega que caso não seja candidato, aposta na vitória de Dantas, por quem mais simpatizou.
Para finalizar a disputa política, o veterano Joaquim Capistrano de Souza – Kinkas (DEM). Como diz o ditado, “o bom filho à casa retorna”. Já foi vereador por 16 anos e agora demonstra o interesse em assumir a presidência. E conta com certa simpatia do atual presidente da Casa de Leis. Afinal, fazem parte da mesma coligação: a do futuro prefeito.
“Caso eu não consiga a reeleição, penso que Kinkas é o melhor nome, pois é importante que a Câmara tenha uma boa relação com a Prefeitura. Ter um presidente da mesma coligação do prefeito será benéfico para o município. Ter uma aliança entre o Poder Legislativo e o Poder Executivo é sempre melhor para trabalhar em prol do povo”, enfatiza o atual presidente.

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