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Menino ou menina? A resposta só na hora do parto!

Por Glenda Machado

Publicado em 6 de fevereiro de 2015 às 19:12

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10882363_1602640029970664_300440429515723283_nPositivo. Assim que vê esse resultado no teste de gravidez, a maioria dos casais quer logo saber o sexo do neném. Alguns não aguentam nem esperar os três primeiros meses necessários para se obter um veredicto do médico e até pagam exames mais caros para ter logo a certeza: menino ou menina?

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Mas essa história foi um pouco diferente com um casal de Guarapari. Renan Alves, 30,  e Michelli Maioli, 27, traçaram o caminho inverso. Após a surpresa com a notícia de que seriam papais, o publicitário e a administradora optaram por saber o sexo do bebê apenas ao vivo e a cores.

E eles garantem que tal decisão dá mais encanto à gravidez e mais emoção ao parto, previsto para acontecer no meio da folia do carnaval. “A gente estava programando a gravidez para 2016. Então já foi uma surpresa, uma ótima surpresa vir agora, e não saber o sexo foi uma forma de manter o fator surpresa prolongado”, conta Michelli.

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E assim começou uma nova rotina: suspense na hora das ultrassonografias, escolher nomes em dobro, evitar tons de rosa e azul no guarda-roupa e na decoração do quarto… “O médico achou engraçado quando contamos e pediu que toda vez que fossemos fazer exame lembrá-lo de que não queríamos saber o sexo para não correr o risco de contar sem querer”, lembra Renan.

10881602_1602649583303042_7340413053052647667_nMais difícil que conviver com a curiosidade, foi driblar a ansiedade dos amigos e familiares. O papai e mamãe de primeira viagem contam que sempre que alguém pergunta o sexo do bebê ficam perplexos com a resposta. Em casa é motivo de brincadeiras, todos ficam tentando adivinhar se será uma princesinha ou um super herói a caminho.

No entanto, uma das horas mais difíceis foi ir às compras. “Aqui na cidade e na região foi difícil encontrar peças neutras, tudo ou é azul ou rosa. Compramos muita coisa em Belo Horizonte. E no quarto usamos uma linha mais rústica, como madeira, em tons de marrom, e muito branco e tons claros nas roupinhas”, diz Michelli.

Outro momento curioso foi descobrir como iriam chamar o filho ou a filha durante a gestação. E depois de muitas conversas e pesquisas na internet, decidiram chamar de “meu bebê”. E os nomes já estão na ponta da língua, Maria Clara ou Heitor. Mas só vamos saber o nome que vai constar na certidão de nascimento no final do mês, para quando está previsto o parto.

“O importante é ter saúde. Se é menino ou menino não faz muita diferença. O amor é o mesmo. E já decidimos que se engravidarmos novamente será o mesmo processo, só vamos saber o sexo na hora que nascer. Algumas pessoas não entendem. Não tem como explicar, só posso dizer que parece que as sensações ficam com mais intensidade”, ressalta Renan.

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Reportagem: Lívia Rangel

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