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Após dar à luz em ponto de ônibus de Guarapari, mãe e bebê passam bem

Por Carolina Brasil

Publicado em 6 de maio de 2019 às 12:26
Atualizado em 6 de maio de 2019 às 13:41
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Encaminhadas para o Hospital Francisco de Assis (HFA), as duas ainda permanecem sob os cuidados da instituição.

Luana com a pequena Bruna nos braços um dia após o nascimento de forma inesperada. Fotos: Hamilton Garcia

O domingo (05), que antecede o Dia das Mães, foi de pura emoção para Luana Batista de Jesus, de 26 anos. Ela deu à luz a filha por volta das 5h40, em um ponto de ônibus localizado no Centro de Guarapari, enquanto aguardava para se dirigir ao Hospital Francisco de Assis (HFA) após começar a sentir as contrações.

Um vídeo gravado após o parto circulou rapidamente por um aplicativo de mensagens instantâneas e chamou a atenção pelo fato inusitado. Um rapaz, que teria se apresentado como estudante de enfermagem e que também aguardava por ônibus, se solidarizou com a situação e ofereceu ajuda a Luana que, com a menina nos braços, aguardava a ambulância.

Registro retirado do vídeo feito na ocasião do parto. Imagem: Reprodução

Luana, já em trabalho de parto, achou que daria tempo de chegar ao HFA. “Foi tudo muito rápido, o rapaz me ajudou e só a enrolei na manta e fique esperando a ambulância. Cortaram o cordão umbilical e me trouxeram para o hospital. Aqui o atendimento foi rápido e muito bom”, contou timidamente.

Mãe e filha foram prontamente atendidas e continuam sob os cuidados do HFA.

A menina, que ganhou o nome Bruna, nasceu medindo 49,5cm e com 3,475kg. De acordo com o HFA, mãe e filha passam bem e ainda permanecem no hospital passando por toda rotina da gestante (e do recém-nascido) quando internada previamente na maternidade. “A mãe foi recebida pela equipe da maternidade e a bebê levada à pediatria para serem executados todos os procedimentos necessários. A previsão é de alta em até 48 horas”, explicou Dr. Marco Nascimento, médico ginecologista e obstetra do HFA.

Dr. Marco Nascimento, médico ginecologista e obstetra do HFA.

Dr. Marco esclareceu que o caso não é comum, mas o hospital está preparado. Além disso, passou algumas orientações para a população em situações como essa. “É preciso ter calma, aquecer o bebê, coloca-lo no colo da mãe e encaminhá-los ao hospital. Não há necessidade de cortar o cordão imediatamente. No hospital será feito o corte e procedimentos como higiene, retirada da placenta e exames, por exemplo”.

Luana estava em Guarapari sem endereço fixo e contou a nossa equipe de reportagem que veio de Vitória, no sábado (04), acompanhando o marido que pretendia trabalhar como guardador de carros na cidade. Segundo ela, ambos têm familiares na capital. Luana também tem outros dois filhos, de oito e nove anos, que moram com a avó materna em Resplendor/MG.

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