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Cineasta de Guarapari estreia no circuito nacional de cinema

Por Carolina Brasil

Publicado em 6 de dezembro de 2018 às 10:35
Atualizado em 6 de dezembro de 2018 às 10:55

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“A Mata Negra” é o quinto longa do Rodrigo Aragão, que faz sucesso no gênero fantástico, e o primeiro fora da cena independente.

O filme estreia hoje e será exibido dentro do Projeta às 7. Foto: Pedro Medeiros/Divulgação

Depois de abrir a XIV edição do Fantaspoa – Festival Internacional de Cine Fantástico de PoA e  de ser exibido no 25º Festival de Cinema de Vitória, neste ano, o filme “A Mata Negra”, do cineasta de Guarapari, Rodrigo Aragão, estreia hoje (06) no circuito nacional de cinema.

O filme estará disponível em 20 salas de 19 cidades do país pelo Projeta às 7, parceria da Rede Cinemark com a Elo Company, que abre uma nova janela para o cinema brasileiro. “É uma grande vitória para o cinema da nossa terra. Afinal, “A Mata Negra” é fruto do trabalho árduo de uma equipe predominante capixaba, que mostra profissionalismo e talento para atuar em qualquer mercado do mundo e, ao mesmo, uma oportunidade para o povo do Espírito Santo se ver na telona”, declarou Rodrigo.

“A Mata Negra”, quinto filme do cineasta reconhecido no gênero fantástico, segue essa linha e mistura elementos de magia, lendas e fábulas interioranas em cenário onde a natureza se destaca. Foram três anos desde a pré-produção, as gravações duraram oito semanas e feitas em Alto Jabuti, localidade do interior de Guarapari.  Na ficção, os atores Jackson Antunes, Francisco Gaspar e Clarissa Pinheiro contam a história de uma jovem que quer fazer o amado voltar à vida e, para isso, usa o Livro Perdido de Cipriano, cheio de magia e capaz de libertar um grande mal. E, diferente dos outros quatro filmes do Rodrigo, essa não foi uma produção independente e recebeu incentivo do FSA, através do Prodecine 05/2014.

O ator Jackson Antunes está no filme gravado em Guarapari. Foto: Pedro Medeiros

Enquanto o longa está em exibição, Rodrigo acaba de concluir as filmagens de “O Cemitério das Almas Perdidas” que, segundo o cineasta, é um prequel do atual e revela como o livro de Cipriano veio parar no Brasil, em uma trama que envolve jesuítas, índios e bandeirantes. Atualmente, ele trabalha no texto de “Terra Negra”, o último capítulo da saga, onde personagens dos filmes se encontram para derrotar um mal maior.

Rodrigo Aragão ao lado de um dos personagens dele. Foto: Arquivo

Carreira

Rodrigo Aragão começou como técnico de efeitos especiais aos 17 anos, responsável por esses efeitos e maquiagens em mais de 20 filmes. Tornou-se roteirista e diretor e, em 2004 rodou o primeiro curta premiado, “Chupacabra”. Em 2008, lançou “Mangue Negro”, o primeiro longa-metragem. Em seguida, lançou “A Noite do Chupacabras” (2011), “Mar Negro” (2013) e “As Fábulas Negras” (2015).

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