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Funerária Guarapari: dignidade na hora do adeus

Por Glenda Machado

Publicado em 20 de dezembro de 2016 às 14:15
Atualizado em 20 de dezembro de 2016 às 14:15

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Entrevista com a proprietária da Funerária Guarapari, Maria da Penha Lira

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Formada em Administração, trabalhou por seis anos no Clube de Doadores de Sangue. Depois trabalhou por dois anos em concessionária de Guarapari. E há sete anos abriu o próprio negócio: a Funerária Guarapari no Aeroporto.

Maria da Penha Lira conta com o apoio do esposo, Antônio Cosme Barbosa – o “Tatu”. Isso porque ele tem 25 anos de experiência no ramo. Com sede nova há três anos, já são 11 funcionários e uma estrutura completa para garantir dignidade na hora do adeus.

img_8570ttdFolha da Cidade – Como surgiu a ideia de abrir uma funerária?

Maria da Penha Lira – Eu queria montar uma empresa própria e meu marido já tinha experiência nesse ramo. Aliado a isso, percebemos certa carência no mercado, porque o nosso foco sempre foi oferecer planos com cobertura total para que não houvesse a necessidade de lidar com dinheiro em uma hora tão triste como é quando se perde um ente querido.

FC – Qual o diferencial da sua empresa?

São três pilares. Primeiro a nossa estrutura que dá conforto aos familiares e amigos nessa hora de tristeza. Temos três salas de velório, três quartos de repouso, laboratório de tanatopraxia, cozinha, banheiros acessíveis e frota com quatro veículos e ônibus para cortejo. Em segundo, os nossos planos funerários que cobrem todos os serviços e com preços acessíveis: R$ 18 (2 pessoas), R$ 25 (quatro pessoas) e R$ 30 (seis pessoas). E terceiro, o nosso laboratório de tanatopraxia, que é a preparação e a higienização do corpo proporcionando um velório digno tanto ao falecido como aos familiares e aos amigos.

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FC – O que é tanatopraxia?

É o método mais moderno de preparação do corpo. A gente arruma o cabelo, corrige a coloração da pele, faz a maquiagem, lixa as unhas, disfarça machucados e até reconstrói rostos garantindo um velório com caixão aberto. Somos a primeira do mercado a ter laboratório próprio. Com isso, não é preciso mais remover o falecido até cidades vizinhas. Esse serviço garante que todos vejam o ente querido pela última vez e se despeçam de forma mais íntima. Velar com caixão lacrado é ainda mais triste.

FC – Qual a maior dificuldade em se trabalhar com a morte?

Com certeza lidar com a tristeza do outro. A gente acaba se envolvendo e se comovendo com a dor da família. Mas contar com o apoio do meu marido ajuda muito. Ele atua nesse ramo há 25 anos, então aprendo muito com a experiência dele.

FC – E qual a maior gratificação?

A dignidade com que o corpo é velado nos dá a certeza de que é um trabalho necessário e que acalma os corações. Como temos cobertura total, quando somos acionados, todos os custos estão incluídos. Assim a família se despede de forma digna e sem preocupações.

 

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