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Papo de Responsa: integração entre policias, alunos e familiares

Por Livia Rangel

Publicado em 14 de julho de 2014 às 00:00

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Conscientizar para prevenir. Essa é a ideia principal que os policiais civis atuantes no Projeto Papo de Responsa, desenvolvido pela Polícia Civil (PC), buscam transmitir para adolescentes de diversas escolas da Grande Vitória. Em junho, a Escola Francisco Araújo, em Perocão, recebeu a visita do grupo. Para fazer parte do projeto basta solicita a inclusão no projeto.

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De acordo com o delegado titular da 5ª Delegacia Regional de Guarapari, Robson Alves Damasceno, trata-se de um grupo institucionalizado na PC, “que busca desmistificar a polícia repressiva, aproximar os policiais da escola, alunos e familiares, além permitir um bate-papo sobre diversos assuntos”, explica.

Entre os temas abordados estão prevenção ao uso de drogas, crimes na internet, bullying, direitos humanos, cultura da paz e segurança pública são discutidos por meio de conversas informais com meninos e meninas com mais de 12 anos.

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Segundo o responsável pela Academia de Polícia (Acadepol), delegado Heli Schimittel, em cinco meses de atuação, 1075 alunos de cinco escolas diferentes foram beneficiados com o projeto. “Ainda neste semestre, a expectativa é que o número suba para 3700 jovens de nove escolas da Grande Vitória”, avaliou.

Projeto. As atividades começam com convite feito pela escola interessada em participar. O programa é desenvolvido em três momentos diferentes: Papo de Responsa, Um papo é um papo e Papo no Chão.

O Programa de coibição à violência trabalha com a palavra, através de visitas nas escolas, igrejas e associações com palestras e conversas informais.  São três etapas: no primeiro, denominado um Papo é um Papo, a equipe introduz um tema e inicia o processo de aproximação com os alunos.

Já na segunda etapa, os alunos são os protagonistas e produzem materiais, como músicas, poesias, vídeos e colagens de fotos, mostrando a percepção deles sobre a problemática abordada.

No último processo, o Papo no Chão, os alunos e os policiais civis formam uma roda de conversa no chão e trocam ideias relacionadas a frases, questões e músicas direcionadas sempre no tema proposto.

Em seguida, acontece o papo com a família dos alunos onde os policiais ouvem a percepção dos pais e também como os adolescentes reagiram diante das novas informações.

É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.

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