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População reprova franquia de internet limitada

Por Gessika Avila

Publicado em 20 de abril de 2016 às 18:48

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André afirma que a medida vai beneficiar só quem têm condições de pagar por uma franquia de dados maior

André diz que a norma vai beneficiar só quem tem condições de pagar por uma franquia de dados maior

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Esta semana a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou que dentro de 90 dias as empresas de internet fixa estarão impedidas de reduzir a velocidade ou suspender o acesso dos clientes ao serviço, mesmo após o fim da franquia e que terão que oferecer ferramentas para os clientes acompanharem seu consumo. Em entrevista coletiva, o presidente da agência chegou a afirmar que a era da internet limitada acabou. Além de não atender às expectativas das entidades de defesa do consumidor, parece que a decisão não agradou a população.

Kézia Corrêa, 19 anos, panfleteira, diz que reprova a decisão. “Vai prejudicar a população, que já está acostumada a consumir determinado volume de dados. Sem contar que a internet vai ficar mais cara. Hoje eu pago R$ 40 por mês por 400 megabytes, mas tinha a intenção de trocar por internet ilimitada”, diz.

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Ana Lúcia Meano, 60 anos, aposentada, também lamentou a decisão da Anatel. “Temos uma situação dividida, porque por um lado a decisão é boa para as empresas, por outro é ruim para o consumidor, porque a franquia acaba muito rápido”, comenta.

Gessiane também reprova a mudança

Gessiane também reprova a mudança

André Souza da Silva, 36 anos, desempregado, também criticou a nova norma da Anatel. “Fica difícil para nós que não temos condições de pagar por um pacote maior de franquia. A norma vai beneficiar apenas quem tem dinheiro”, lamenta.

Gessiane Corrêa Marcarenhas, 46 anos, pescadora, acha que a decisão é desleal. “É errado isso, porque se todos pagam para ter internet ilimitada é porque usam mais e agora serão prejudicados porque terão que pagar mais pelo mesmo serviço”, afirma.

Para a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), a agência está, na realidade, liberando a mudança de prática comercial, já que algumas empresas planejavam começar a cobrança em 2017 e agora têm o aval para cobrar até antes da franquia de dados.

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