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Presidente da Câmara de Guarapari, Wendel Lima, troca de partido e põe mandato em risco

Por Carolina Brasil

Publicado em 16 de abril de 2018 às 15:55
Atualizado em 16 de abril de 2018 às 16:02
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Também na Casa de Leis da cidade, um parlamentar filiou-se a um novo partido após expulsão e outro deixou a legenda. Além disso, vereadora corre risco de perder a cadeira.

Wendel Lima (PTB)

Vamos aos fatos: O vereador e presidente da Câmara, Wendel Lima, foi desligado do PSD e filiou-se ao PTB. O diretório estadual do partido alega que a saída dele não foi autorizada e que vai recorrer à justiça para retirar o mandato do parlamentar. O vereador disse que não está preocupado, já que se trata de uma discussão interna do partido. “Fui desligado por desentendimento pessoal com filiados do diretório e orientações partidárias”, informou Wendel.

Dr. Rogério Zanon (PSB)

Já Dr. Rogério Zanon, antes PRP, filiou-se ao PSB. O vereador alega que não trocou de partido, foi expulso. “A partir da minha expulsão, aguardei os 60 dias exigidos pela legislação eleitoral sem partido e, somente após esse prazo, é que escolhi me filiar ao PSB”, declarou Zanon.

Enis Gordin (sem partido)

Enquanto isso, Enis Gordin segue ‘oficialmente’ sem legenda depois que deixou PEN devido a uma ação judicial movida pelo próprio partido pela vaga na Câmara. “A saída do Enis foi permitida pela justiça. Com a inviabilidade dele se manter em um partido que briga com ele na justiça, entramos com uma Ação de Justificação de Desfiliação Partidária, sendo a decisão judicial favorável ao nosso pedido, quando, então, ele comunicou ao partido a saída”, explicou Dr. Ricardo Rios, advogado do parlamentar, acrescentado que Enis Gordin já assinou a ficha de filiação em um partido, mas que ainda não revelará qual é.

Condenação de Motinha pode tirar vaga de Kamilla Rocha

Kamilla Rocha (DEM)

Segundo o Ministério Público Eleitoral, a condenação em 2ª instância por abuso de poder econômico do candidato José Rafael Mota, o Motinha, na ocasião PRP, pode anular os votos da coligação do partido com o DEM, que perderia uma vaga na Câmara para o PSDB. Nesse cenário, Kamilla Rocha deixaria a cadeira para o suplente Rodrigo Borges (PSDB). A decisão final deve chegar até o TSE, última instância do processo, caso os envolvidos decidam recorrer. Kamilla Rocha disse que está confiante na permanência dela. “Estou aguardando o parecer do relator do processo e vou recorrer sim, lutar pela cadeira, até porque, a lei está do meu lado”, ressaltou a vereadora.

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