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Presidente da Câmara desiste do projeto que previa pedágio para turista

Por Glenda Machado

Publicado em 27 de outubro de 2015 às 19:46

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Ônibus de excursão teriam de pagar R$ 21,77 para entrar na cidade

nota de esclarecimento

NOTA de esclarecimento do presidente à população.

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Depois da polêmica e repercussão sobre o projeto de lei que previa a cobrança de uma taxa de preservação ambiental para turistas ao entrarem na cidade, o vereador desistiu da ideia. O presidente da Câmara de Guarapari, Wanderlei Astori, arquivou o projeto hoje e cancelou a audiência pública que estava prevista para acontecer no dia 5 de novembro.

“A população não entendeu o projeto, eu não queria cobrar pedágio para turista, era uma forma de arrecadar recursos para investir na recuperação das nascentes, na saúde e no turismo. Como não foi bem aceito e em respeito ao povo, o melhor era arquivar mesmo. Agora vou pensar em outras formas de ajudar o meio ambiente”, explicou Wanderlei.

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O projeto de lei 148 previa a cobrança por veículo de acordo com o Índice de Referência do Município de Guarapari (IRMG) – hoje em R$ 3,11. Logo, motos e bicicletas a motor pagariam R$ 3,11; veículos de pequeno porte – R$ 6,22; veículos utilitários como caminhonete e furgão – R$ 9,33; veículos de excursão como van e microônibus – R$ 15,55; caminhões – R$ 18,66 e ônibus – R$ 21,77.

As novas ideias do presidente não envolvem mais cobrança de taxa, mas sim parcerias com a prefeitura e órgãos ligados ao meio ambiente na tentativa de fazer represas para estocar água no interior do município ou até mesmo construir um grande reservatório de água em local estratégico como uma alternativa para suprir a falta de água principalmente no verão quando a cidade recebe mais de 1 milhão de turistas.

“Vamos conversar com o prefeito para viabilizar as máquinas para fazer essas represas no interior e pedir aos órgãos do meio ambiente para ver a situação do nosso interior e onde seria o melhor local para fazer essas represas. Já o reservatório bem grande seria uma forma de estocar água para quando faltasse no verão, bombear para a cidade não ficar desabastecida. Se possível fazer entre março e dezembro para já estar pronta para o verão 2017”.

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