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Revoada de pombos preocupa população do Centro de Guarapari

Por Hamilton Garcia

Publicado em 7 de outubro de 2016 às 10:37

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Reportagem Edna Souza

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A população do Centro de Guarapari está sofrendo com a quantidade de pombos que se concentram na cidade. A preocupação dos moradores e comerciantes é com a saúde por conta da transmissão de doenças dos animais.

O administrador, Celso Rodrigues, contou que por onde ele caminha há uma quantidade enorme de pombos. “Eles ficam aglomerados no Parque da

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Feira Municipal

Pombos se alimentam com os restos de comida na Feira Municipal. Foto: Hamilton Garcia

Areia Preta, Mercado de Peixe e em frente ao Shopping. A minha preocupação é com as doenças que eles podem passar, além da sujeira que eles deixam nas ruas”, diz.

Além dele, a psicóloga Marleidi Moncelin, também se preocupa com o número de animais no município. Ela relata que tem uma clínica de psicologia no Parque da Areia Preta e há cerca de dois anos tem notado o crescimento da quantidade de pombos na região. Desde 2015, a psicóloga notou o aparecimento de baratas. Segunda ela, foi contratada uma empresa para fazer a dedetização do local e foi constatado que os insetos estão sendo atraídos pelas fezes dos animais. “Colocamos telas de proteção para evitar ninhos nas caixas do ar condicionado, espículas para evitar o pouso. Porém, a população oferece comida para os pombos e com isso, conseguem se proliferar”, conta.

Ela também fala que procurou o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município para saber o que poderia ser feito, mas, segundo a psicóloga, não teve apoio.

A Veterinária do CCZ de Guarapari, Priscila Pietra Longa, disse que o centro não tem autonomia para fazer a retirada dos pombos da cidade. O trabalho que fazem é só de conscientização perante a população para que a quantidade de animais não aumente. “Pedimos para que coloquem as telas de proteção na parte externa do ar condicionado e nas casas, evitem deixar o alimento do animal de estimação em quintais, pois isso atrai os pombos”, alerta.

Priscila fala que não deve ser oferecido nenhum tipo de alimento para os animais. “Se a pessoa joga qualquer tipo de comida, a quantidade de pombos vai aumentar”, informa. Ela também esclarece que existem fungos nas fezes dos animais e isso que causa problemas respiratórios e até pneumonia. “Antes de fazer a higienização do local, pedimos que molhem as fezes para que a pessoa não respire a poeira que pode subir, pois é ali que ela pode se contaminar”, explica.

Confira as imagens abaixo aonde nossa reportagem encontrou os animais:

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