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Vida, uma história de alegria

Por Glenda Machado

Publicado em 19 de fevereiro de 2015 às 16:15
Atualizado em 19 de fevereiro de 2015 às 16:15

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Nilcy

NILCY já está escrevendo a continuação da autobiografia.

Basta poucos minutos ao lado desta senhora para se contagiar com a felicidade e se encantar com tamanha simplicidade. E de cada frase, uma surpresa: ora você se pega rindo da forma como ela brinca com as dificuldades da vida, ora se pega pensando no valor de se transformar tanta experiência em sabedoria.

E todas essas histórias estão no livro “Vida, Uma História de Alegria”. Livro este escrito pelas mãos amigas de dona Nilcy Conde. Mãe de três filhos e com sete netos – todos homens – como ela bem gosta de frisar, realizou mais um sonho ao lançar a autobiografia que tem por objetivo único transmitir a alegria em viver e tentar recuperar a valorização da família.

“Eu sou uma pessoa muito feliz, minha vida é tão boa, que eu achei que tinha que passar essa mensagem para as pessoas, de serem felizes. Eu escrevia, depois amassava o papel e jogava fora. Gosto de escrever à mão, porque quando digito, as ideias não fluem. Gosto muito de escrever, acho mais gostoso”, conta dona Nilcy.

E palavra por palavra, página por página, essa obra da vida ganhou formato com direito à fotografias. “Tem tudo aqui, começa com a vinda da minha família da Itália. Falo da minha infância, adolescência, casamento e paro na morte do meu esposo, Rômulo”. E quando questionada da parte que mais gosta, são necessários alguns minutinhos para decidir.

“Gosto muito da parte da minha infância, porque sempre fui muito levada. Não era mal educada nem mal criada, mas aquela criança que fazia arte, como se dizia na minha época. Outro momento que me lembro com carinho é o grave acidente que sofri com meu marido, quando ele quebrou as duas pernas e ficamos um ano dentro do hospital”, lembra.

E se você pensa que ela narra essa história com tristeza, muito pelo contrário. Nilcy ressalta que foi um momento bom, uma oportunidade que o casal teve de se unir mais, de aproximarem, de se redescobrirem depois de tantos anos de casados. Afinal, ela confessa que “em mais de 40 anos de casados, nem sempre foi um mar de rosas”.

Nilcy ainda revela o segredo de tanta felicidade: escutar, perdoar e amar. “Às vezes, não podemos resolver o problema de uma pessoa, mas só o fato de escutar já estamos ajudando. Perdoar é o mais difícil, quando lembramos do fato e não sofremos e nem desejamos o mal a ninguém. Amar é o mais gostoso, é saber dosar a medida em nos amar e nos doar”.

Aos 83 anos, o próximo passo é dar continuação à autobiografia. “Vou focar pontos que não abordei no primeiro livro, como falar mais do casamento, da fundação das nossas rádios e até da pós-morte de Rômulo”. Sem previsão de lançamento, o importante é se divertir e sentir prazer com a arte da vida e da escrita.

É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.

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