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1ª Festa da Imigração Italiana de Buenos Aires acontece nesse final de semana em Guarapari

Por Aline Couto

Publicado em 11 de abril de 2018 às 16:38
Atualizado em 12 de abril de 2018 às 09:27
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A Associação de Moradores e Pequenos Produtores de Buenos Aires, a AMPROBA, está preparando a 1ª Festa da Imigração Italiana que será realizada nos dias 14 e 15 de abril no campo de futebol da comunidade.

Com o objetivo de resgatar a cultura e os valores italianos, a AMPROBA preparou dois dias de festa voltada para a história desses imigrantes. “Queremos resgatar a história bonita desse povo, que foi se perdendo ao longo do tempo”, contou o comerciante local e um dos organizadores da Festa, Artur Arpini.

Costumes, músicas, danças, e a culinária típica da época da colonização, serão atrativos do evento. “Vão ser servidos macarrão, polenta, entre outros pratos típicos daquela época”, explicou Arpini.

E acrescenta, que será um evento muito tranquilo e seguro. “Teremos segurança particular e a polícia militar disponibilizou quatro viaturas durante a festa. Todos serão bem vindos”, finalizou o comerciante.

 

Conheça a história

A origem do nome Buenos Aires foi dada a zona rural de Guarapari no ano de 1878 quando o vapor América, vindo do porto de Gênova trazendo famílias oriundas do Norte da Itália, foi obrigado a fazer uma parada de emergência devido a problemas na geração de vapor.

Como o vapor iria ficar diversos dias em reparos, cansados de tanto tempo dentro de um navio passando calor, fome, frio e sem menor condição de higiene, alguns resolveram desembarcar e penetrar na mata a procura de nascentes de água,com objetivo de se instalar na região.

Ao atingirem a parte alta, com vista para o mar, clima ameno, fartura de água e brisa soprando constantemente, não tiveram dúvidas que iriam morar ali. Como estavam a caminho da Argentina batizaram o local de Buenos Aires.

As famílias que fundaram a vila de Buenos Aires foram os Maioli, Brambati e os Arpini, esses últimos em maior número, o dobro das duas primeiras famílias. As famílias trabalhavam na lavoura e casavam entre eles.

Os registros constam no diário escrito por D. Josefina esposa do Sr Salvatore Arpini.

 

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