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Alfredo Chaves: bloco de afroreggae ajuda mulheres na luta contra o estresse

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 31 de julho de 2022 às 12:00

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Foto: divulgação.

Em Alfredo Chaves, região serrana do estado, uma oficina de música fez com que 20 mulheres acabassem com estresse causado pela pandemia. Desde março elas têm aulas de percussão e hoje até montaram um bloco de afroreggae, o Baobá, que se apresenta em festas.

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A servidora pública Lauriete Nascimento, de 43 anos, é uma das integrantes do bloco que leva o nome da famosa árvore africana e disse que nunca havia tido aulas de percussão e hoje se sua autoestima melhorou.

“É uma válvula de escape depois de um dia cheio de obstáculos. Identifico como liberdade, esquecer naquele momento te tudo ao redor. O mundo pós-isolamento tem sido ansioso para todos nós e a música tem esse poder, né? De nos oferecer uma válvula de escape”.

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Colegas de bloco de Lauriete, Joana da Penha e Ana Lucas, de 45 anos, Kelly Furlan, 43, Marizete Teixera, 41 e Valquiria Paganini, de 46, contaram que se sentem bem melhores depois que começaram a participar das oficinas.

“É, literalmente, uma terapia. É uma forma de socialização também e tira o estresse. E o afroreggae deixa todo mundo alegre, contente. Estamos bem mais felizes, menos estressadas, menos ansiosas fazendo após o bloco”.

O professor de música do Bloco Baobá, Kleber Farias, de 44 anos, disse que as aulas são gratuitas e acontecem todas as terças-feiras e quintas-feiras, a partir das 19h, nas ruas do bairro Macrina, reduto da cultura afro-brasileira em Alfredo Chaves.

Ainda de acordo com Kleber, as oficinas fazem parte de um projeto aprovado e patrocinado por um edital de igualdade racial fomentado pelo Carrefour. Além das aulas de percussão, o prêmio de R$ 20 mil contemplou ainda rodas de capoeira.

“Um bloco de percussão só de mulheres eleva a autoestima e nos ajuda a combater o racismo e o preconceito crescente que somos vitimadas todos os dias. Temos também uma oficina de capoeira, aos sábados a partir das 17h”.

Quem defende a ideia de que aprender a tocar instrumentos musicais pode ajudar no combate da ansiedade e estresse é a psicóloga Josiane Rangel, 44.

“Diferentes formas de arte demonstram grande potencial até mesmo como técnicas terapêuticas, sendo extremamente importante escolher algo que você realmente goste e que te relaxe”.

É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.

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