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Secretário e supervisor de Trânsito prestam depoimento em CPI do Transporte Público de Guarapari

Autoridades apontaram irregularidades na prestação de serviço da empresa

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 23 de maio de 2024 às 10:15

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Os vereadores Max Júnior, Izac Queiroz e Dr. Humberto compõem a CPI. Foto: reprodução/CMG.

A Câmara Municipal de Guarapari deu continuidade, na última terça-feira (21), às oitivas da CPI do Transporte Público no município. A sessão contou com os depoimentos do secretário municipal de Postura e Trânsito, Luiz Carlos Cardoso Filho, e do supervisor de trânsito, José Bonfim Nascimento.

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Convocada, a proprietária da empresa Expresso Lorenzutti, Núbia Lorenzutti, não compareceu e solicitou uma nova data. Os parlamentares decidiram reconvocar a empresária para o dia 5 de junho.

José Bomfim Nascimento revelou que apenas 16 veículos da Expresso Lorenzutti estão aptos para operar, número muito abaixo dos 75 exigidos por contrato. Segundo ele, durante a licitação, a empresa apresentou uma planilha com 65 ônibus, que foi aceita pela prefeitura. Além disso, destacou que a Lorenzutti deveria ter mudado o local da garagem, mas não cumpriu essa exigência.

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Até o momento, a Expresso Lorenzutti acumulou 1004 multas, sendo que a CPI contabiliza 1177 entre multas e impostos. Segundo Nascimento, a empresa opera irregularmente desde o início de suas atividades.

O vereador Odair Rossi criticou a omissão na fiscalização e informou que acionou o Ministério Público para garantir o atendimento adequado das linhas de ônibus em Guarapari. Ele classificou o serviço da empresa como um “desserviço” ao município e pediu a apreensão de toda a frota irregular.

Em seu depoimento, o secretário municipal de Postura e Trânsito, Luiz Carlos Cardoso Filho, foi questionado sobre a frota de ônibus da empresa. Ele endossou a fala do supervisor de trânsito e afirmou que a Expresso Lorenzutti deveria operar com 109 veículos, incluindo dez de uma frota reserva. Indagado sobre a continuidade da operação com apenas 16 veículos aptos, o secretário citou atos administrativos, mas disse que a quebra de contrato nunca foi solicitada por nenhum órgão competente.

CPI das Multas

À tarde, a Câmara realizou a reunião da CPI das Multas, na qual três agentes de trânsito foram ouvidos. Anderson dos Santos Viera, Yunes Depes Chamon e Lívia dos Santos Marques explicaram a atuação deles, o processo de emissão de multas, as horas extras e esclareceram diversas dúvidas dos vereadores sobre casos de multas irregulares.

As CPIs terão novas reuniões na próxima semana. A CPI do Transporte Público é composta pelo presidente Izac Queiroz, o relator Max Júnior e o membro Dr. Humberto. Já a CPI das Multas é presidida por Max Junior, com o Professor Luciano como relator e a vereadora Rosana Pinheiro como membro.

*Com informações da Câmara Municipal de Guarapari.

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