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Calêndula: conforto, qualidade e preço na hora de se vestir

Por Glenda Machado

Publicado em 18 de março de 2016 às 17:48
Atualizado em 18 de março de 2016 às 17:48
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Praticidade, conforto e usabilidade. Essas são as principais características que vem à mente quando se pensa em moda íntima. Mas que tal ter toda essa comodidade sem perder a beleza, o charme e o glamour?! Esse é o conceito de trabalho das Lojas Calêndula. Há 17 anos na cidade, ela transformou o jeito de se vestir por debaixo da roupa.

Também inovou o mercado da moda praia e fitness. Há 6 anos, o casal proprietário, Alexandre e Gesiane de Oliveira, investiu nessa linha de trabalho e já colhe os frutos. Com qualidade, preços acessíveis e atendimento diferenciado, a marca Calêndula foi a mais lembrada no Prêmio Gazeta Empresarial e no Recall Pitágoras/Folha da Cidade 2015.

Folha da Cidade – Como surgiu o interesse em investir em moda íntima em Guarapari?

Alexandre de Souza Oliveira – Minha mãe já produzia roupa íntima artesanalmente em casa. Em 1989, meus pais vieram morar em Guarapari. Chegaram a ter uma grande fábrica aqui e ficou na cidade até 2002. Fomos nos profissionalizando e inauguramos a nossa primeira loja em 1999 na Rua Davino Matos no Centro.

FC – Hoje são três lojas na cidade, uma inclusive voltada para moda praia e fitness. Por que investir nessa linha também?

Hoje temos duas lojas de moda íntima, uma na Rua Davino Matos e outra no Shopping Guarapari. E temos uma voltada para moda praia e fitness na Rua Roberto Calmon – que inauguramos em 2010. Uma forma de atender a tendência de mercado. As pessoas estão praticando mais atividade física. Trabalhamos com a marca CLA Fitness. E também veio satisfazer o próprio mercado local com biquínis, sungas e todos os acessórios de praia.

FC – Há pretensões de expandir para outras cidades?

O momento agora é esperar. Mas temos vontade de expandir no mercado capixaba: Cariacica, Laranjeiras, Vitória. Hoje, 50% dos nossos produtos são fabricação própria e a outra metade multimarca, como Lupo, Dilady, Duloren, Liebi, Disfarce, Bressau, Andria. São 20 empregos diretos e mais de 100 indiretos.

FC – E como a Calêndula está enfrentando a crise?

A crise é geral. O comércio caiu em média 20%. Todo nós sentimos, porque a economia encolheu. É um momento complicado. O verão, por exemplo, a cidade encheu, mas o dinheiro não veio como nos anos anteriores. Faltam políticas públicas voltadas para o turismo, porque não adianta oferecer apenas as praias e nada mais. O jeito é inovar, buscar produtos e fornecedores com preços competitivos e investir no atendimento.

FC – Qual o diferencial da loja?

O nosso cliente tem produto de qualidade com preço acessível. A gente já trabalha com preços promocionais. Pela primeira vez, estamos fazendo uma liquidação para o Mês das Mulheres. Todas as lojas estão com 10 a 50% de desconto até acabar o estoque. Também prezamos muito o atendimento, aqui o povo se sente à vontade. A forma como os produtos são expostos nas vitrines ajuda muito. Brinco que aqui é quase um self-service de lingerie.

FC – O sexy shop é outro diferencial da marca?

A nossa forma de trabalho é a mais completa do mercado. Temos um espaço reservado com atendimento individualizado. É um trabalho diferente, discreto. É um local mais preservado para quem quer comprar uma camisinha ou um lubrificante, mas não quer se expor numa farmácia, por exemplo.  Antes era quase um tabu falar em sexy shop. Mas agora mudou. Ouso dizer que já ajudou muitos casais e salvou muitos relacionamentos.

 

 

 

 

 

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