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Confusão e boca de urna marcam a manhã de votação na região norte de Guarapari

Por Gabriely Santana

Publicado em 2 de outubro de 2016 às 10:18
Atualizado em 2 de outubro de 2016 às 16:00
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A região norte, uma das maiores zonas eleitorais de Guarapari, amanheceu com suspeita de boca de urna e aglomerações de pessoas. A polícia montada a poucos metros da escola Marinalva, parece que não foi o suficiente para impedir que pessoas ficassem do outro lado da rua tentando promover seus candidatos.

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Policiais da Polícia Ambiental tentavam controlar a situação. Foto: Glenda Machado

Em outras escolas da região, a cena teria se repetido. Segundo uma moradora do bairro Jabaraí, que não quis se identificar, as pessoas estavam abordando os eleitores com santinhos para tentar convencer na hora da decisão. “Aqui no Rosa Simões, o pessoal está na maior cara de pau. O povo nem disfarça”, disse a moradora.

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O administrador do prédio, reclamou da estrutura. “Bem pior que o da ultima eleição”.

Já na escola Leandro Escobar, em Perocão, a votação começou pontualmente às 8h, e também com muitos incidentes. Segundo o administrador do prédio, Claudio Marongil, houve a necessidade de conter algumas pessoas que estavam com seus ânimos alterados, defendendo seus candidatos. “A boca de urna aumentou em relação ao ano passado. Fica um pouco difícil de identificar as pessoa, pois eles não estão usando nada que caracteriza qual candidato que está sendo promovido. Pelo menos umas 20 pessoas foram advertidas por aqui”, afirmou. O fiscal também reclamou da estrutura das eleições. “Bem pior que dois anos atrás”.

Para conter a confusão que se iniciou na região, foi preciso do reforço do 40 Batalhão da Polícia Ambiental de Vitória. Segundo o Policial Fernando Cardoso, a região norte, até o momento, é  a mais problemática com denúncias de boca de urna. “Não prendemos ninguém ainda. Mas se tivermos o flagrante não mediremos esforços para conter a situação”.

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A eleitora Elci, saindo da sessão eleitoral.

Mas nem só de histórias ruins a manhã foi marcada. Aos 72 anos, Elci Anacleto Vieira, não teria mais a obrigatoriedade de votar. Mesmo assim, conta que não deixa de garantir o direito. “Sempre gostei (de votar). Tenho votado durante todos esse anos, porque pra mim é um lazer. É melhor participar do que se omitir”, conta ela, que diz ainda ter votado rapidamente.

Para Valter Cordeiro da Silva, deficiente visual, também foi simples fazer valer sua voz. Segundo ele, além do auxílio de familiares, um mesário o ajudou na hora de votar. “Votei no segundo andar da Escola Franscisco Araújo, mas foi fácil chegar ao local, que tinha uma rampa”, garantiu.

 

 

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