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“Dever cumprido”: Luciane Pádua relembra desafios e conquistas enquanto presidente da Apae Guarapari

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 25 de dezembro de 2019 às 10:00
Atualizado em 20 de dezembro de 2019 às 13:08
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Em entrevista concedida ao Folha da Cidade, falou sobre a trajetória de dez anos à frente da instituição

Após dez anos, Luciane Pádua (dir.) passa o cargo para a nova presidente, eleita recentemente, Maria Helena Tebaldi. Foto: Hamilton Garcia

Luciane Cerutti Pádua assumiu a presidência da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Guarapari há dez anos. Recentemente, ao deixar o cargo, conta quais desafios enfrentou e como se manteve motivada para encará-los, além de relembrar com carinho as conquistas da instituição.

Folha da Cidade: Quais foram os principais desafios que enfrentou durante o período na presidência da instituição?

Luciane Cerutti: O principal desafio é o financeiro. Estar na gestão de uma instituição com demandas grandes, dependendo de doações e projetos. Lidar com isso é um desafio, porque os alunos frequentam todos os dias, independente do caixa. Além disso, estar no Terceiro Setor não é fácil e não se faz nada sem recursos.

FC: O que te manteve motivada a encarar essas dificuldades?

LC: Um dos motivos foi, sem dúvidas a minha filha especial, que frequenta a Apae desde o princípio. Mas é impossível conviver sem se apaixonar, eu costumo falar que quem entra na Apae não consegue sair. Ver o desenvolvimento dos alunos é um retorno gratificante.

FC: E quais foram as conquistas ao longo desses dez anos?

LC: As conquistas foram muitas. Começando pela credibilidade, tornar a instituição reconhecida e respeitada no município. Além disso, tem a construção da sede própria. Quando eu assumi, tínhamos apenas o lote, então, a finalização da obra é uma conquista. Assim como o benefício que isso trouxe, o aumento do bem estar dos alunos.

FC: Qual a sensação de deixar a Apae Guarapari após tanto tempo?

LC: Eu deixo a presidência com o coração choroso, mas não deixo a Apae. Continuo na diretoria, ajudando como posso. Mas acho que a chegada de pessoas novas, com ideias novas, cheias de gás, é importante. Esse revezamento é fundamental, principalmente porque quem vai assumir a presidência agora também é mãe de um aluno. Enfim, eu saio com a sensação de dever cumprido, gratidão. Estive com uma equipe maravilhosa, de pessoas que trabalham com amor, e tenho a certeza de que verei os frutos desse trabalho serem colhidos no futuro.

Texto e Entrevista: Nicolly Credi-Dio

É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.

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