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Doação de órgãos: Um ato de generosidade que salva vidas; 2020 começou com captação de nove órgãos no ES

Por Aline Couto

Publicado em 10 de janeiro de 2020 às 16:12
Atualizado em 10 de janeiro de 2020 às 16:33
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O Brasil é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público de transplantes do mundo

Fotos: Reprodução.

Doar órgãos é doar vida. O transplante de órgãos pode ser única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para pessoas que precisam de doação. E o Espírito Santo teve o início de 2020 marcado pela generosidade de duas famílias capixabas que aceitaram realizar a doação dos órgãos dos entes que se foram.

A Central de Transplantes do Espírito Santo (CET-ES) recebeu, no dia 2 de janeiro, três notificações de protocolos de morte encefálica. Duas famílias autorizaram a doação dos órgãos e com isso foi possível captar um coração, dois fígados, duas córneas e quatro rins. O coração, dois rins e um fígado foram transplantados em receptores capixabas e os outros órgãos doados para receptores do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Rio Grande do Sul, que aguardavam transplantes de fígado e rim.

O procedimento de captação desses órgãos aconteceu nos hospitais estaduais Jayme Santos Neves, na Serra, e Urgência e Emergência, em Vitória. O transplante de órgãos é um procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão (coração, fígado, pâncreas, pulmão, rim) ou tecido (medula óssea, ossos, córneas) de uma pessoa doente (receptor) por outro órgão ou tecido normal de um doador, vivo ou morto.

Como ser doador

Todas as pessoas podem ser doadoras de órgãos, basta ter condições clínicas de saúde. No Brasil, a legislação não obriga que se realize uma declaração documental ou insira em documentos de identidade a informação de que se deseja ser doador de órgãos. Basta conversar com os familiares e informá-los sobre o desejo de ser doador.

Conscientização

O papel da família é essencial para o processo de doação, mas também é necessário conscientizar a população e os profissionais de saúde. O objetivo é reduzir o número de recusas familiares e proporcionar a reabilitação dos receptores que aguardam por um transplante.

Referência

O Brasil é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Atualmente, cerca de 96% dos procedimentos de todo o País são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em números absolutos, o Brasil é o 2º maior transplantador do mundo, atrás apenas dos EUA. Os pacientes recebem assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante, pela rede pública de saúde.

Lista de espera

No Espírito Santo, atualmente, a fila espera pela doação de órgãos para o transplante está maior para os que necessitam de rim, seguida dos que precisam de córnea, fígado e coração.

 

 

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