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Fiscalização encontra administradoras de condomínios irregulares em Guarapari

Por Sara de Oliveira

Publicado em 22 de agosto de 2019 às 17:13
Atualizado em 22 de agosto de 2019 às 17:29

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De acordo com o Conselho Regional de Administração (CRA-ES), as empresas não apresentavam habilitação, nem um profissional responsável técnico junto à autarquia.

Foto: Reprodução.

 

Uma fiscalização do Conselho Regional de Administração (CRA-ES), realizada esta semana em Guarapari, resultou em duas administradoras de condomínio encontradas de forma irregular. As empresas fiscalizadas estavam atuando sem o registro junto ao conselho, além de não apresentarem um profissional responsável técnico registrado na autarquia. A operação aconteceu nos bairros Praia do Morro, Centro e São Judas Tadeu.

O administrador Felipe Borges participou da fiscalização em Guarapari e informou que sete administradoras do município foram investigadas. “Essas empresas encontradas de forma irregular estavam vendendo a administração sem a habilitação necessária para atuar na área”, explicou.  Além disso, Felipe informou que outro problema encontrado foi a ausência de profissionais técnicos registrados no CRA-ES. “A pessoa pode administrar o próprio condomínio, mas se ela terceiriza esse serviço é preciso que a empresa contratada possua uma pessoa com o olhar técnico para responder eticamente pelo condomínio”, esclareceu.

De acordo com Felipe, ao serem encontradas atuando de forma irregular, essas empresas são notificadas e têm um prazo para se regularizar junto ao conselho. “É dado um período de 10 a 15 dias para que as administradoras busquem pela habilitação e por um profissional cadastrado no CRA-ES. Caso o prazo não seja cumprido, é aplicada uma multa que pode chegar a mais de R$ 4 mil”, relatou.

Corretoras

Durante a fiscalização, o Conselho de Administração também encontrou corretoras de imóveis de Guarapari que anunciam serviços de administração de condomínios, sem a habilitação necessária. Felipe explicou que a ação é recorrente, mas errada. “A atividade de corretagem é totalmente diferente da administração, mas eles possuem públicos e contatos semelhantes. Por isso, acabam absorvendo a demanda das administradoras e exercendo outra profissão”, enfatizou.

Segundo o administrador, o hábito pode acontecer por dois fatores diferentes. “Existem corretoras que fazem isso para incrementar o portfólio de atividades, na tentativa de mostrar ao cliente que são mais eficientes, mas também existem casos de outras que querem crescer, mas não buscam por informação junto ao CRA-ES para saberem o que podem ou não fazer”, destacou.

Felipe relatou a importância das constantes fiscalizações que, de acordo com ele, podem ser feitas pessoalmente, através de envio de ofícios, e-mails entre outros. “O conselho tem essa função social de garantir o zelo na administração. Porque tem muitos condôminos que reclamam, por exemplo, da falta de organização dessas empresas. Então, os conselhos profissionais tem o único objetivo de proteger a sociedade para preservar o serviço de qualidade”, concluiu.

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