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Guarapari lançando moda! Pernas a vista e nova peça: pernuda!

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 15 de abril de 2018 às 16:00
Atualizado em 13 de abril de 2018 às 17:23

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Antônio Ribeiro (*)

Já falei das praias, das coisas para ver, dos pontos para comer, da história dos jesuítas, dos ídolos, de ideias, das árvores, do sucesso e hoje o assunto é a guarapariga, que é como carinhosa e respeitosamente chamo as lindas moças de Guarapari.

Todos sabem que aqui se caminha muito e que na maior parte do ano faz bastante calor. Por isso muitas nem precisam malhar muito e roupa aqui se usa pouca, principalmente nos braços e pernas, onde não há tanto pudor na sua visualização.

Alguns não lembram que as índias que José de Anchieta conheceu andavam peladas, só com penas. As guaraparigas são mais recatadas, andam de short (pequeno em inglês), que com uma blusinha básica, já ficam bem vestidas. Sem pena.

Imagem: Divulgação.

Como muitas cortam as calças, estas deveriam se chamar de calcinhas. Para fazer um contra ponto com a peça equivalente masculina, Guarapari poderia lançar moda, chamando-a de pernuda, lembrando bermuda. Uma marca local.

Com esta denominação que Guarapari poderia lançar, iria perpetuar a pernuda. Sim, os homens usam bermuda e estes mini shorts que a maioria usa por aqui, bem poderiam ser chamados de pernudas e serem vendidos em todo o Brasil.

Brigitte Bardot nos anos 60 ajudou a imortalizar o biquíni e sua passagem por Búzios, fez o lugar conhecido mundialmente. As areias cariocas, além da Garota de Ipanema, mudaram o mundo com a tanga. Asa delta à imaginação.

Sucessos como o biquíni e a tanga fizeram o Brasil acontecer na moda e ajudaram modelos a ficar famosas, da mesma forma que a pernuda pode imortalizar Guarapari, suas garotas e senhoras, que também a podem usar.

Do ponto de vista técnico basta delinear bem o limite entre a coxa e bum bum nas costas e uma dobra imaginária ao sentar, na frente. Limites naturais, por isso atrativos. A cintura nem precisa baixar, pois não é o foco.

Fica a ideia aberta a um fabricante local, para o arranque inicial a ideia. Depois o Brasil e o mundo se encarrega de fazer o resto. Como sempre não quero dinheiro, apenas que Guarapari entre no circuito da moda e do turismo.

(*) O autor é administrador, especialista em marketing pela PUC-PR, máster em administração de negócios pela FGV-PR; ministrador de mais de 630 cursos e palestras de marketing, motivação e sucesso profissional, sendo 99 no exterior.

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