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Idaf retira de circulação mais de 19 toneladas de alimentos no Estado

Por Gabriely Santana

Publicado em 30 de dezembro de 2015 às 17:58
Atualizado em 30 de dezembro de 2015 às 17:58
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O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) retirou de circulação, até setembro de 2015, mais de 19 toneladas de alimentos impróprios para consumo humano, entre carne in natura, embutidos, produtos lácteos e pescado, que seriam comercializados no Estado. A apreensão é resultado de blitze e de ações rotineiras de fiscalização do Instituto.

O chefe da Seção de Inspeção e Fiscalização de Produtos de Origem Animal do Idaf, Alan Paulo Moreira Teixeira, informa que, embora os números ainda sejam altos, o Espírito Santo registra uma redução significativa na quantidade de alimentos impróprios ou ilegais apreendidos. “Em 2013 foram retirados de circulação cerca de 35 toneladas e, em 2014, aproximadamente 16. Esperamos que esse avanço seja resultado de maior conscientização dos produtores. Além disso, o Idaf mantém sua rotina de fiscalização e tem buscado realizar trabalhos de educação sanitária visando esclarecer produtores, comerciantes, lideranças e estudantes quanto à importância de que esses alimentos sejam produzidos de forma adequada para que não haja risco à saúde humana”, esclarece o médico veterinário, Alan Paulo.

Outro fator importante foi a regularização dos serviços de inspeção municipais (SIM) por meio das secretarias de agricultura. Em 2013, apenas cinco municípios apresentavam a estrutura adequada e regular. Atualmente, 25 municípios estão regulamentados e muitos outros estão em processo de adequação.

Os principais problemas encontrados nas apreensões feitas pelo Idaf são condições precárias de higiene do estabelecimento e o transporte dos produtos em temperatura irregular ou sem o Serviço de Inspeção Oficial, exigido para o funcionamento de toda indústria de produtos de origem animal.

Os espaços que funcionam com inspeção oficial obrigatória adotam os cuidados necessários na produção, elaboração, armazenamento e distribuição, uma vez que, em qualquer fase, pode ocorrer contaminação por microrganismos, toxinas, parasitas, substâncias químicas e outros agentes nocivos.

Atenção nas compras

Alan Paulo também alerta os consumidores para que contribuam nesse processo. “É importante que as pessoas tenham consciência e consumam apenas produtos inspecionados. A produção de alimentos de origem animal deve contar, obrigatoriamente, com o Serviço de Inspeção Oficial. Por isso, durante a compra, verifique a presença do carimbo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), Serviço de Inspeção Estadual (SIE) ou do Serviço de Inspeção Municipal (SIM)”, orienta.

Fonte Governo do Estado

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