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Moradores de Alfredo Chaves se unem e bancam tratamento de 100 animais abandonados

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 14 de março de 2021 às 12:00

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Moradores de Alfredo Chaves se unem e bancam tratamento de 100 animais abandonados

Ver animais abandonados pelas ruas tem sido uma situação cada vez mais frequente para quem mora em Alfredo Chaves. Mas o grupo Amor que Late e Mia tem mudado, há cinco anos, a vida dos cães e gatos nessa situação. Eles já resgataram cerca de 100 animais, encaminharam para o tratamento e, logo após, para adoção.

“Já resgatamos animais mutilados, cheios de ‘bicho’, cada caso feio que não tem nem como a gente mencionar. Daí eles são castrados, vacinados, vermifugados e todo esse custo é bancado por nós”, diz a advogada de 41 anos, Helga Rezende, uma das fundadoras do grupo. “As pessoas pensam que temos um abrigo para colocar esses animais, quando não temos. Eles ficam em nossas casas até conseguirmos um lar para eles. As pessoas precisam acreditar na causa animal e adotar, tirar e cuidar desses animais que estão lotando as avenidas”, acrescenta Rezende, destacando a importância da adoção responsável.

Helga cria no quintal de casa quatro cachorros. Dois deles ela resgatou das ruas de Alfredo Chaves.  Pelo Jhon, por exemplo, ela se apaixonou depois de curá-lo de uma grave doença de pele. “O vi perambulando por aí com o corpo tomado de feridas. Trouxe para casa, mandei para o veterinário e me apaixonei. Fiquei com ele!”, pontua. 

Segundo a advogada, o grupo surgiu em 2016 com sete integrantes. Hoje, conta com cinco pessoas e precisa de rifas, bazares, sorteios e doações para custear os resgates e prestar esse serviço público; não é formalizado. “Não temos CNPJ e é por isso que pedimos a colaboração de todos com qualquer tipo de doação. Pode ser dinheiro, ração, qualquer coisa. Por mês, com tudo o que fazemos, não conseguimos juntar nem mil reais, e isso é muito pouco”, pontua.  Todo o dinheiro arrecadado é destinado para o pagamento das dívidas adquiridas em clínicas veterinárias de Guarapari e Cachoeiro de Itapemirim, de acordo com ela.

A dona de casa Dulcinéia Nascimento, 61, adotou um cão do grupo Amor que Late e Mia há seis meses e reforça a importância da iniciativa em Alfredo Chaves. “Adotei sabendo que o nosso cachorro estava vindo de boas mãos. É uma ideia linda, que todos nós podemos colaborar”, finaliza.

Interessados em colaborar com o grupo, devem entrar em contato através do e-mail: [email protected]

Texto e foto: Clóvis Rangel

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