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Antônio Ribeiro escreve para o folhaonline.es aos domingos e, a cada semana, o colunista relaciona Guarapari ao tema do momento. Antônio é administrador de empresas, viveu em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, esteve em todos os estados brasileiros, a exceção de Acre, Roraima e Amapá, ministrou cursos em todos os países da América Latina, menos nas três Guianas, e escreveu o Guia de Férias e Feriadões.

O futuro da Praia do Morro pede soluções mais amplas e efetivas

Por Antônio Ribeiro

Publicado em 26 de janeiro de 2020 às 15:00
Atualizado em 12 de maio de 2020 às 18:05
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Coluna Antônio Ribeiro (*)

A reforma dos quiosques e banheiros, como foi feita, sinaliza uma tendência para um nível ainda melhor, padrão classe média alta, com o qual muitas outras coisas da região precisam se sintonizar e adequar.

O setor alimentício, mais dado a acompanhar mudanças, já percebeu e está se adaptando, como comprovam os novos Kebab’s, Taico’s, Chef’s, Dom, Dal Mare, Mex e outros que estão sendo reformados.

O padrão dos novos edifícios, já há alguns anos vem sinalizando mudanças arrojadas para atender este novo público e suas exigências, onde desponta e serve de exemplo a construtora Ideally e seus lançamentos.

Se o Centro é o coração de Guarapari, a Praia do Morro seria o pulmão e como tal, muito verde é requerido e indicado, se não for pelo poder público, que seja iniciativa do privado, por beleza e qualidade de vida.

A extensão da Avenida Paris até o contorno está entre as boas iniciativas, que precisa de andamento urgente e ser complementada com algo no estilo na Munir Abud e buscada outra no acesso para o Centro via Muquiçaba.

Forma de acelerar este processo de evolução e modernização da cidade, seria a mudança da Prefeitura Municipal para a Praia do Morro, como já foi anteriormente anunciado e dito para qual prédio iria a sede do executivo.

Outros temas menores, mas não menos importantes, precisam ser vistos: os ônibus de excursões que entopem estacionamentos, esgoto e bueiros. Um guia de turismo é uma medida, mas terem uma taxa é tendência nacional.

A quantidade de pessoas por metro quadrado nas locações deveria ser lei e fiscalizada, já que 5 a 7 pessoas em 2 quartos e 10 nos de 3 quartos seriam limites, que se excedidos teriam um adicional de taxa de lixo, água e esgoto.

Quem aluga, mesmo que diretamente, precisaria contribuir com um imposto municipal de serviços, que não precisa exceder a 5%, para cobrir os incrementos de serviços públicos, como contrapartida ao grande ganho com os alugueis.

Uma regulamentação dos ambulantes, com locais e ocasionais, identificados em cores diferentes de camisetas dadas no credenciamento e sua fiscalização efetiva, é medida não só de apoio aos locais, como preventiva à qualidade do que vendem.

Neste sentido colaboraria a liberação dos food trucks locais na alta temporada, como forma de atender com higiene e qualidade, o crescimento da demanda neste período e assim regulamentar uma atividade que já realidade em todo o país.

Pela complexidade dos temas e vocação turística da cidade, a adoção de um turismólogo para apoio e tomada de decisões, urge!

(*) Autor do livro VOCÊ DECIDE Guia de Férias, Feriados e Feriadões, além de outros 46 livros, mais de 400 artigos e ministrador de 600 cursos.

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