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Operação do MPES cumpre mandado de busca e apreensão em Anchieta, Piúma e mais quatro municípios capixabas

Por Aline Couto

Publicado em 17 de outubro de 2019 às 11:17

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As investigações apuraram indícios do envolvimento de agentes políticos e servidores municipais no recebimento de propina

gaeco1 - Operação do MPES cumpre mandado de busca e apreensão em Anchieta, Piúma e mais quatro municípios capixabas

Foto: Divulgação/MPES.

Com o objetivo de desarticular e colher provas relativas à atuação de uma organização criminosa constituída para lesar os cofres públicos do município de Piúma, por possível direcionamento licitatório em favor de pessoas jurídicas contratadas, pagamento de vantagem indevida a agentes públicos e superfaturamento de contratos administrativos de prestação de serviço público, a Operação Rubi II foi deflagrada nesta quinta-feira (17).

​A operação é realizada por um procurador e quatro promotores de justiça do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) com o auxílio de 22 agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES e da Polícia Militar.

De acordo com as investigações, há indícios do envolvimento de agentes políticos e servidores municipais no recebimento de propina de empresários dos ramos de limpeza pública como contrapartida a benefícios financeiros em licitações, contratos e possível enriquecimento indevido dos envolvidos.

gaeco 1 - Operação do MPES cumpre mandado de busca e apreensão em Anchieta, Piúma e mais quatro municípios capixabas

Foto: Divulgação/MPES.

Os agentes do Gaeco cumpriram dois mandados de afastamento funcional de agentes públicos, quatro mandados de proibição de acesso às dependências de órgãos públicos e 12 mandados de busca e apreensão, três em Piúma, dois em Linhares, um em Vila Velha, dois em Cariacica, um em Cachoeiro de Itapemirim e três em Anchieta, emitidos pelo juízo da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

A partir da agora, serão analisados conjuntamente documentos, computadores, dados e depoimentos dos investigados e das testemunhas, que serão colhidos nas próximas semanas. Residências de investigados, de empresas e sócios suspeitos de integrar o esquema também estão sendo alvos das ações.

*Com informações: Ministério Público do Estado do Espírito Santo.

 

 

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