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Operação Voto Livre: Nome de Paulo Hartung é envolvido em ‘fake news’

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 15 de março de 2018 às 10:29
Atualizado em 15 de março de 2018 às 10:32
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A primeira operação da Polícia Federal de combate às notícias falsas, as ‘fake news’, ligadas às Eleições 2018 foi realizada nessa quarta-feira (14), no Espírito Santo.

Print do site com a divulgação da suposta pesquisa. Foto: Reprodução

De acordo com investigações da Polícia Federal, duas pesquisas de intenção de votos – nunca realizadas – foram divulgadas, uma em grupos de WhatsApp e outra pelo site Capixabão. Segundo a Polícia Federal, a pesquisa publicada no site apontava o Governador do Estado, Paulo Hartung (PMDB), tinha vantagem sobre o ex-governador Renato Casagrande (PSB) em uma possível disputa eleitoral. A pesquisa indicava, também, que o deputado estadual Amaro Neto (PRB) seria o favorito ao Senado.

Durante a operação, realizada nessa quarta-feira (14), dois mandados de intimação e dois de busca e apreensão foram cumpridos. Dois supostos envolvidos estão sendo investigados – um é responsável pelo site Capixabão e o outro um servidor comissionado da Secretaria Estadual de Esporte e Lazer do Espírito Santo (Sesport) que já atuou na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) –, e poderão responder pelos crimes de pesquisa eleitoral fraudulenta e falsidade ideológica. Ao todo, 12 policiais federais participaram da Operação Voto Livre, que contou com o apoio da Polícia Civil do ES.

O delegado responsável pelas investigações, Vitor Soares, disse que o servidor, durante a oitiva, declarou ser o responsável pela coluna e pela divulgação das informações, mas não deu o nome dele. Um jornal de grande circulação noticiou que o servidor apontado é o assessor especial da Sesport Evandro Figueiredo – exonerado do cargo nesta quinta-feira (15), conforme publicado no Diário Oficial do ES. O outro investigado seria Arnóbio Paganotto, responsável pelo site Capixabão, que informou que Evandro não tinha uma coluna política própria no portal. Para a PF, o servidor tinha interesse em se manter no governo, já que ocupava cargo comissionado.

Governo do Estado

A superintendente de Estado de Comunicação, Andreia Lopes, participou da coletiva onde o, falaria sobre o caso. “Apoiamos e parabenizamos a ação da polícia. Não concordamos com esse tipo de conduta no governo do estado”, declarou a porta-voz.

Site Capixabão

O site se posicionou através de nota: “Nos causa espanto o fato do nosso portal fazer parte de uma investigação de matérias tipo ‘fake news’, sendo que temos uma empresa com CNPJ registrado, endereço fixo e recolhemos nossos impostos. Procuramos sempre divulgar informações baseadas em fatos reais e não especulativos”.

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