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Preso, morador de Guarapari é acusado de participar do esquema de tráfico internacional de drogas

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 21 de novembro de 2017 às 11:10
Atualizado em 21 de novembro de 2017 às 16:17

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A  Polícia Civil do Estado prendeu quatro pessoas envolvidas em um esquema de tráfico internacional de drogas, comercialização de skunk, que era fornecido por um grupo dissidente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), e de ecstasy, que as autoridades capixabas também acreditam ter vindo do exterior.

Em agosto, a polícia prendeu um homem chamado David Adam da Silva Galdino, de 27 anos, com 5,5 kg do skunk colombiano e 490 comprimidos de ecstasy. A droga colombiana chamou a atenção dos investigadores, já que não é comum na região sudeste. A partir disso, a Delegacia Especializada em Tóxicos e Entorpecentes (Deten) chegou a um empresário de Manaus que fornecia o skunk para David Adam.Preso, morador de Guarapari é acusado de participar do esquema de tráfico internacional de drogas

O empresário atua no ramo de turismo e também é proprietário de uma loja de revenda de peças automotivas. Ele ainda é procurado pela polícia do Estado do Amazonas. A polícia capixaba afirma que ele trazia a droga da Colômbia e que ela chegava ao Espírito Santo em voos comerciais. Segundo o delegado adjunto da Deten, Augusto Giorno, não está descartado que as companhias aéreas também sejam investigadas.

“Esse empresário de Manaus tem uma agência de turismo e usava de companhias aéreas para, através do David, encaminhar a droga para ser distribuída na Grande Vitória e no Rio de Janeiro. Diante da informação, agora, a gente vai tentar apurar para ver se havia alguma conivência ou não por parte das companhias, mas isso ainda é prematuro para afirmar.”

Depois de trazer o skunk colombiano para o Espírito Santo, David Adam traficava o a droga em faculdades e em festas de música eletrônica tanto no Estado capixaba quanto no Rio de Janeiro.

Em relação ao ecstasy, a Polícia Civil encontrou uma conexão entre David Adam e um empresário do ramo de consórcios. Emílio Gabriel Peixoto de Oliveira, de 27 anos, é morador de Guarapari e era o responsável por fornecer os comprimidos para David Adam. Ele também organizava festas de música eletrônica onde a droga era comercializada.

A quarta pessoa presa é Bruno Garcia Campos, de 21 anos, que teria emprestado R$ 10 mil para David Adam buscar o skunk em Manaus. As investigações apontam que ele estava investindo para ter lucro com a venda da droga no Espírito Santo e no Rio de Janeiro. O jovem, no entanto, diz que é apenas um usuário e que receberia drogas em troca, além do reembolso dos R$ 10 mil.

Todos eles vão responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico. O empresário de Guarapari, Emílio Gabriel Peixoto de Oliveira, também responderá por porte ilegal de arma de fogo, já que um revólver calibre 38 foi encontrado no carro dele.

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