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Prefeito de Guarapari recorre ao MP contra suposto arranjo político; Órgão pede explicações ao presidente da Câmara

Por Aline Couto

Publicado em 26 de agosto de 2019 às 12:22
Atualizado em 28 de agosto de 2019 às 10:36

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Segundo a denúncia um plano foi orquestrado pela oposição para a derrubada do prefeito do posto

Vereadora Rosângela expõe possível complô contra o prefeito Edson Magalhães que entrou com uma ação no Ministério Público. Foto: Reprodução.

Baseado em relatos feitos pela vereadora de Guarapari Rosângela Loyola (PDT), o prefeito da cidade, Edson Magalhães entrou com uma denúncia no Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) no que diz respeito da junção de alguns vereadores da Casa de Leis, ex-vereadores e empresários locais na prática de possíveis atos ilícitos. O órgão solicita esclarecimentos ao presidente da Câmara Municipal, Enis Soares (PRB).

De acordo com a denúncia, supostas irregularidade ocorreram na Câmara incluindo o afastamento da vereadora Rosângela, que retornou aos trabalhos após uma limitar solicitada.

Ainda segundo o documento, no dia do pedido de afastamento da parlamentar na Câmara a mesma recebeu um telefonema para um encontro onde Rosângela afirma que recebeu uma proposta para sair da base governista e se unir aos vereadores da oposição para votar pela cassação do prefeito, com a promessa da retirada de pauta da denúncia contra ela.

Na denúncia também consta que vereadores que eram da situação receberam dinheiro para que mudassem de lado e elegessem a composição atual da mesa diretora – biênio 2019/2020, o que teria envolvido, além dos parlamentares, empresários locais, ex-vereadores e outros políticos da cidade e de outra vizinha.

Em resposta, o presidente da Câmara repudiou as acusações e disse que as mesmas são uma tentativa de desviar o foco das denuncias contra o prefeito e seus aliados. Enis contou que hoje (26), após consulta jurídica com a assessoria da Casa de Leis, se reunirá com a mesa diretora para decidir como responderão ao fato. Ele acrescentou que tudo será investigado e os parlamentares não irão se intimidar diante da denúncia.

O documento foi protocolado na Câmara Municipal na sexta-feira (23) e o prazo para a resposta do legislativo é de cinco dias.

É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.

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