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Repas se reúne para discutir situação dos animais abandonados em Guarapari

Por Aline Couto

Publicado em 13 de dezembro de 2019 às 11:26
Atualizado em 13 de dezembro de 2019 às 11:41
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Reunião do Repas nesta manhã no Radium Hotel. Fotos: Aline Couto.

O Repas, Rede de Promoção de Ambientes Seguros, está realizando nesta manhã (13) no Radium Hotel, Centro de Guarapari, uma reunião entre os representantes da associação e a gerente de vigilância ambiental do Centro de Controle de Zoonoses – CCZ, Lorena Santos da Silva. Em pauta, a situação dos animais abandonados nas praias e vias e a avaliação da criação de um abrigo municipal para os animais abandonados em Guarapari.

Representando o Repas, Alex Willians está na associação há três anos e contou que a ideia das reuniões é desenvolver os interesses da população através de um link direto com o executivo e o legislativo. “Discutimos o que é pertinente a toda sociedade e depois repassamos as demandas para o poder publico. Nos reunimos com a polícia, o secretariado, outras associações, como as de moradores, e federações, toda primeiro quinta-feira do mês. Chamamos pessoas com conhecimento sobre os assuntos em pauta e em cima vamos tomando as atitudes. A reunião de hoje discutirá, entre outros assuntos, a criação de um canil municipal para os animais domésticos”.

Convidada para falar sobre o assunto pelo CCZ, Lorena Santos explicou que a participação do Centro de Zoonoses com os animais abandonados é fazendo o recolhimento, implantando o chip e castrando. “Os que não conseguem ser adotados, de acordo com a legislação municipal, precisamos devolver ao local de origem. Mas a maior preocupação atualmente são os animais que permanecem nas areias das praias municipais. Esse será um dos debates desse encontro”.

Representantes do Repas, da esquerda para a direita, Marcius Passos e Alex Willians.

Marcius José Passos, membro efetivo do Repas há anos disse que a reunião tratará o destino dos animais abandonados em praias e ruas. “Vamos falar também sobre a criação de um centro de recolhimento desses animais, um canil municipal com toda estrutura. Pra que não se sacrifique mais esses animais. De acordo com a Lei, animal sadio não pode ser retirado da rua. Se ele estiver doente, pode ser levado para ser cuidado, castrado e depois colocado para a adoção. Esse é o papel do CCZ. Se for o caso de não conseguir adoção, a obrigação é devolver o animal ao local de origem. O Centro de Zoonoses não é albergue de cachorro sadio. Tendo um canil municipal, o animal pode permanecer no local com os devidos tratos”.

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