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Samarco conclui obras e sistema de contenção já revela eficácia

Por Gabriely Santana

Publicado em 25 de fevereiro de 2017 às 18:41
Atualizado em 25 de fevereiro de 2017 às 18:41
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Monitoramento da água na estrutura indica redução dos níveis de turbidez

Concluído no último mês de janeiro, o sistema de contenção de sedimentos implantado pela Samarco, em Mariana, já comprova sua eficiência. O monitoramento da água na área indica redução significativa dos níveis de turbidez*. Desde meados de janeiro, os índices de qualidade da água logo abaixo do dique S4 estão inferiores ao limite de 100 NTUs**, estabelecido pela resolução 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

No caso do dique S4, por exemplo, a turbidez média da água caiu para 25,7 NTUs no último dia 15 de fevereiro.

O dique S4 tem o objetivo de evitar qualquer carreamento de sólidos da área de Bento Rodrigues para o Rio Gualaxo. “A redução dos índices de turbidez demonstra que o S4 cumpre bem sua função de conter os sedimentos na região de Bento e enviar água limpa ao Gualaxo”, explica Rodrigo Vilela, diretor de Operações e Infraestrutura da Samarco.

O S4 tem um caráter temporário. A área alagada pelo dique S4 não afeta as ruínas e edificações existentes, como a Capela de São Bento e o cemitério.

O sistema

O dique S4 é parte do sistema de contenção composto também por Nova Santarém e pelos diques S1, S2 e S3, estruturas que tiveram suas obras finalizadas no início de 2016. Enquanto os diques S1 e S2 atenderam às necessidades em janeiro do ano passado, ainda no pico do primeiro período chuvoso, o dique S3 passou por obras de alteamento que foram encerradas no final de novembro de 2016.

O sistema de contenção elevou em aproximadamente 6 milhões de metros cúbicos a capacidade de retenção de sedimentos remanescentes do rompimento da barragem de Fundão.

“O dique S4 e a barragem de Nova Santarém complementaram as estruturas já construídas na fase emergencial, como o dique S3 e as barreiras de contenção. Elas fortaleceram e deram mais robustez e segurança ao sistema de contenção de rejeitos construído durante o ano de 2016”, afirma Rodrigo Vilela.

Nova Santarém foi finalizada em dezembro de 2016, com capacidade de contenção superior a 5 milhões de metros cúbicos. A estrutura é construída em solo compactado e blocos de rocha e tem a função de impedir o carreamento de material para fora da área da Samarco.

O sistema de contenção de sedimentos é mais uma etapa do processo de reparação ambiental. Ações de manejo de rejeitos no trecho entre Bento Rodrigues e a Usina Hidrelétrica Risoleta Neves (Candonga) estão sendo executadas pela Fundação Renova, criada no âmbito do Termo de Transação e Ajuste de Conduta (TTAC) firmado entre a Samarco, suas acionistas e os governos Federal, de Minas Gerais e do Espírito Santo. Ao mesmo tempo, a Samarco prossegue com os trabalhos de dragagem de Candonga.

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