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Samarco conta com apoio da Assembleia Legislativa para retornar as atividades

Por Gabriely Santana

Publicado em 4 de maio de 2016 às 19:49
Atualizado em 4 de maio de 2016 às 19:49

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A Comissão de Infraestrutura da Assembleia Legislativa (Ales) realizou nesta terça-feira (3), uma audiência pública em Guarapari para debater o retorno das operações da Samarco na região sul do Estado. Junto ao movimento Somos Todos Samarco do Espírito Santo e o Justiça sim, desemprego não, representando Minas Gerais, a audiência que contou com a presença de 450 pessoas e apresentou dados importantes sobre as atividades que estão sendo desenvolvidas pela empresa para a recuperação ambiental.

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Mais de 450 pessoas lotaram a audiência pública, no auditório do Sesc de Guarapari. Foto: Jefferson Roccio

De acordo com o diretor-presidente da Samarco, Roberto Carvalho, a empresa hoje está aguardando a licença que foi suspensa pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais. “Estamos trabalhando nas ações de atendimento e recuperação das comunidades. Agora, após a assinatura do acordo, estamos aguardando o processo de licenciamento junto a secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais para um novo procedimento sem a utilização das barragens, de forma segura, e que está sendo analisado”, disse o diretor-presidente.

A utilização das cavas para o depósito de rejeitos para que as atividades retornem ainda esse ano e os empregos não sejam comprometidos é uma das medidas da empresa. Além disso, segundo Roberto Carbalho, para evitar demissões dos empregados, a empresa estendeu o período do lay-off por mais dois meses – até 25 de junho – “é mais um esforço da Samarco para manter sua força de trabalho e evitar demissões de empregados”, completou.

O Presidente da Assembleia Legislativa, Theodorico Ferraço, também reforçou o compromisso com a empresa e disse ainda que a equipe da Comissão de Infraestrutura não medirá esforços para que as atividades sejam retomadas. “Já aguardamos muito tempo com essa situação. Não podemos deixa que uma empresa do porte da Samarco e que gera tantos empregos e renda para o nosso Estado, feche as portas”, afirmou o Presidente da casa.

A empresa reiterou que tem trabalhado para diminuir os impactos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, mas considera imprescindível o retorno às operações não somente para cumprir os compromissos assumidos no acordo, mas também para gerar caixa, e, assim analisar a manutenção dos empregos da Samarco.

Na ocasião uma das líderes do movimento Justiça sim, desemprego não, entregou um abaixo-assinado com cerca de 15 mil assinaturas para os representantes da comissão. “Vamos somar forças com as autoridades do Espírito Santo, pois estamos recebendo muita abertura aqui. Espero que esse diálogo chegue até os nossos deputados em Minas Gerais”, disse Poliane Aparecida de Freitas.

 

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