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Vacinas devem estar disponíveis para municípios 48h após chegarem no Espírito Santo

Afirmação sobre distribuição das vacinas foi feita pelo subsecretário Luiz Carlos Reblin em coletiva na manhã de hoje

Por Gislan Vitalino

Publicado em 15 de janeiro de 2021 às 11:59
Atualizado em 16 de janeiro de 2021 às 12:11

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Coletiva contou com a participação de secretário, Nésio Fernandes e subsecretário, Luiz Carlos Reblin. Foto: divulgação/ Sesa.

A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo (Sesa) afirmou em coletiva de imprensa na manhã de hoje que têm expectativas de vacinar de 30 a 35 mil pessoas na primeira etapa de distribuição das vacinas contra a Covid-19. Isso deve acontecer nas próximas semanas, a depender dos próximos passos do Ministério da Saúde. A coletiva aconteceu em transmissão ao vivo, com a participação do secretário Nésio Fernandes e do subsecretário Luiz Carlos Reblin.

Nésio Fernandes disse que tem perspectiva de aumentar os leitos para o tratamento da covid-19 ainda neste mês, com 60 leitos. O número pode ser reajustado, de acordo com a necessidade do aumento nas próximas semanas.

O subsecretário Luiz Carlos Reblin afirmou que o estado está preparado com infraestrutura e seringas necessárias para o início da campanha de vacinação. A expectativa é de que sejam vacinadas de 30 a 35 mil pessoas na primeira etapa, mas a confirmação desse número depende da distribuição das doses pelo Ministério da Saúde. “Essa é uma expectativa ainda não confirmada. O Ministério da Saúde vai realizar encontros ainda hoje e na próxima semana para, de uma maneira mais definitiva, informar qual é o total de vacinas disponíveis para essa primeira semana de vacinação” explicou Reblin.

O prazo para início das vacinas também se dará conforme a distribuição pelo Ministério da Saúde. “Essa vacina é recebida pela Secretaria Estadual de Saúde e redistribuída de maneira regionalizada. Nós estimamos um prazo de 48 horas para que, a partir do momento que a vacina estiver sob nossos cuidados, ela esteja nos municípios para iniciarmos a vacinação”, contou o subsecretário.

Nésio Fernandes ainda destacou que o início do processo de imunização não pode ser confundido com a falsa ideia de que a pandemia está controlada. Isso porque ainda não será possível vacinar grande parte da população e deve ser aguardada algumas semanas para que as pessoas vacinadas desenvolvam a imunidade. “Esperamos que a Astrazeneca tenha um período maior entre uma dose e outra, fazendo com que mais pessoas tomem a vacina”, disse.

Reblin afirmou que a campanha para vacinar a maior parte da população deve demorar um pouco, pois não há capacidade de produção para imunizar todos de uma só vez. “Não será um mês de vacina. Será um ano. A vacina não pode ser um problema, tem que ser solução.  Não há produção no mundo capaz de atender toda a população de imediato”, disse.

Pacientes transferidos de Manaus

Sobre a transferência de pacientes de Manaus para o Espírito Santo, o subsecretário destacou que não há riscos de transmissão da doença por uma pessoa que já está internada. “A transmissão se dá de outras formas, de quando a pessoa circula carregando o vírus, por exemplo”, afirmou Reblin.

“Não deve haver nenhum tipo de receio na transferência desses pacientes. Precisamos ser solidários neste momento. Não é admissível e nem aceitável que um estado que tenha condições de receber pacientes não o façam”, completou Nésio.

*Com informações de Folha Vitória.

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