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Violência e videomonitoramento são debatidos em reunião da Repas em Guarapari

Por Redacão Folha Vitória

Publicado em 28 de julho de 2017 às 14:27
Atualizado em 28 de julho de 2017 às 14:27

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Roubos, furtos, moradores de rua, videomonitoramento. O folhaonline.es já publicou diversas matérias sobre a criminalidade na cidade e os problemas sociais que os causam (veja aqui e aqui). Depois das manifestações que pararam a Polícia Militar em fevereiro deste ano, a sensação que se tem é a de que os criminosos estão agindo com muito mais ímpeto.

Preocupados com estas questões, moradores, comerciantes e autoridades civis e militares se encontraram para mais uma reunião da Rede de Promoção de Ambientes Seguros (Repas) na manhã de ontem (28). As reuniões acontecem todo mês na última quinta-feira.

Com a onda de assaltos e furtos que tem assolado a cidade, comerciantes e entidades públicas debateram sobre o que pode ser feito de imediato para coibir a ação dos criminosos.

Um dos principais pontos levantados foi a situação do videomonitoramento e seu uso no combate à criminalidade.  Atualmente não existe um convênio entre o município e a Polícia Militar para que, por exemplo, em um caso de flagrante de roubo ou furto, os operadores das câmeras possam entrar em contato direto com os policiais nas ruas de Guarapari.

Na reunião da Repas desta quinta-feira a segurança pública e o videomonitoramento estiveram entre os principais assuntos discutidos.

“Atuando na Repas, estamos aqui para ouvir e levando em consideração. As demandas serão repassadas para os setores responsáveis da prefeitura. Existe um interesse mútuo para que seja feito este convênio entre Polícia Militar e prefeitura e já estamos conversando para que isso aconteça”, explicou a secretária de fiscalização, Cláudia Martins.

Alex Willams, morador da Enseada do Sol e que frequentador das reuniões da Repas disse que o videomonitoramento está sempre na pauta das reuniões.

“O interesse maior é que se firme o quanto antes esta parceria entre PM e Videomonitoramento para que assim que isso aconteça, os policiais tenham acesso às imagens. Não adianta nada filmar e deixar a imagem guardada. O interessante é filmar e justificar todo o investimento feito através de soluções”, declarou.

O major da Polícia Milita Carlos Palaoro explicou que as conversas estão adiantadas neste sentido e que um dos projetos propostos é o de juntar em um mesmo local a sede da 1ª Cia, que hoje fica no Centro Integrado Atendimento ao Cidadão (Ciac), com o videomonitomramento.

“Esta é uma das propostas. Estamos conversando sobre esta viabilidade com a prefeitura. É importante frisar que não temos interesse em tirar a polícia do Ciac, pois ali se tornou uma referência importante para os frequentadores. A sede da companhia ficaria em outro local, mas continuaríamos com a presença de policiais no Ciac”, disse o major.

Palaoro lembrou ainda que apenas na primeira quinzena de julho foram apreendidas quase uma arma por dia na cidade.

 

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