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Núcleos de basquete beneficiam 150 crianças e adolescentes

Por Livia Rangel

Publicado em 11 de setembro de 2014 às 00:00

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Um projeto audacioso que tem o objetivo de utilizar o basquete como ferramenta para promover a cultura esportiva, gerar comprometimento, responsabilidade e formar cidadãos de bem.  Assim é a Escola de Basquete, um projeto social realizado no Ginásio do Polivalente e no Maxime Centro Educacional.

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“O objetivo é que até o final do ano eu tenha 250 garotos e garotas, e no futuro eu consiga implantar outros núcleos. Em curto prazo o meu plano é fazer basquete e plantar a sementinha do gosto pelo esporte. Já em longo prazo é um plano de rendimento, mostrando o que é o basquete e formando a cultura esportiva, que atualmente não existe na cidade”, explica Alessandro Ciqueira Cabanas, professor voluntário do projeto, com 13 anos de experiência.

A proposta é implantar um projeto de sucesso já realizado em Cachoeiro de Itapemirim, uma iniciativa também de Alessandro. “Como não podíamos ficar esperando o governo, criamos uma associação de pais para termos um CNPJ e depois fundamos uma Ong de cultura e esporte. Só assim fomos incluídos na lei de incentivo ao esporte e começamos a receber o apoio das empresas”, conta.

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O projeto começou no início do ano e atualmente conta com o apoio da prefeitura, que disponibiliza o espaço. É destinado à crianças e adolescentes entre 5 e 15 anos, mas até agora só foi possível atender a faixa etária entre 8 e 15 anos. “Nós precisamos de mais profissionais voluntários para cumprir essa idade inicial estabelecida. Somente comigo, não é possível treinar as crianças menores, que demandam mais atenção, além de serem mais agitados”, explica.

As aulas no Ginásio do Polivalente são totalmente gratuitas e destinadas aos alunos de escola pública, e acontecem as terças, quartas, quintas e sábados, de 8h ao 12h. Enquanto no Máxime são para alunos e moradores do entorno, sendo que é necessária a colaboração de uma quantia mensal.

“Praticar o basquete, interagir com outras crianças e jovens, faz com que eles aprendam a se relacionar uns com os outros, se comprometam, tenham uma disciplina, além de mostrar que eles podem construir uma história de sucesso. Diferente do que muitos pensam, eles não estão fadados ao fracasso”, finaliza.

Faça a sua parte.

Para ser voluntário como o professor Alessandro ou se inscrever no projeto, basta ir até o Polivalente de segunda à sexta-feira, de 8 às 12h.

É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.

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