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Sedentarismo alcança 46% da população brasileira

Por Livia Rangel

Publicado em 31 de março de 2015 às 11:16

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sedentarismo

O número de mortes relacionadas ao sedentarismo é duas vezes maior do que as ligadas à obesidade.

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A falta ou ausência de atividade física pode ser considerada sedentarismo. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que 46% da população com 18 anos ou mais é sedentária. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS).

Esta é a primeira vez que o estudo é realizado. De acordo com a médica nutróloga Nayara Rocio, um grande vilão para a falta de prática de exercícios é o dia a dia corrido e a televisão, porque parte dos brasileiros assistem a três horas ou mais de TV diariamente.

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“Outro perigo, é a associação sedentarismo e tabagismo, porque essa mistura pode agravar várias doenças, tais como problemas cardíacos e pulmonares”, revela. Ainda de acordo com a nutróloga, sedentária é a parte da população considerada “insuficientemente ativa”, que pratica menos de 150 minutos de atividade física por semana, independente se for em horários de lazer ou trabalho.

Falta de tempo. Para o estudante Wellington Jonas Bonelar, 25, o sedentarismo é a consequência de uma rotina agitada. “Não consigo praticar nenhum esporte devido à correria do dia a dia, porque trabalho durante o dia e à noite faço faculdade. Um agravante à minha rotina é o cigarro, pois sinto falta de ar e cansaço”, comenta.

Mas algumas práticas rotineiras podem ajudar quem vive atarefado. É o que explica a cardiologista e diretora fundadora da Centrad Saúde, Sandra Mathias. “O importante é lembrar que quando se fala em atividade física, não necessariamente estamos falando apenas em prática esportiva. A atividade física está relacionada a alguns esforços rotineiros, como subir escadas, limpar a casa, jogar uma pelada com os amigos, entre outros. O sedentarismo é uma doença e deve ser tratado como tal, pois traz como consequência o aparecimento ou agravamento de outras doenças, como diabetes, hipertensão e até mesmo o infarto”, explica.

Nayara Rocio também salienta que o número de mortes relacionadas ao sedentarismo é duas vezes maior do que as ligadas à obesidade. Isso segundo estudos realizados pela Universidade de Cambrigde, na Inglaterra, publicada em janeiro deste ano. “Ainda de acordo com a pesquisa, caminhar 20 minutos por dia pode reduzir a mortalidade em pessoas com menos de 65 anos, isso porque diminui o risco do aparecimento de doenças do coração e câncer”, salienta a nutróloga.

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