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Antônio Ribeiro escreve para o folhaonline.es aos domingos e, a cada semana, o colunista relaciona Guarapari ao tema do momento. Antônio é administrador de empresas, viveu em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, esteve em todos os estados brasileiros, a exceção de Acre, Roraima e Amapá, ministrou cursos em todos os países da América Latina, menos nas três Guianas, e escreveu o Guia de Férias e Feriadões.

Artigo: mini zoológico e jardim botânico como atrativo para Guarapari

Por Antônio Ribeiro

Publicado em 6 de junho de 2021 às 09:00
Atualizado em 7 de junho de 2021 às 13:06

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Espaços disponíveis poderiam abrigar novas atrações. Fotos: Antônio Ribeiro.

No Brasil dos cerca de 8.000 km de litoral, o que mais temos são praias, muitas bonitas, outras grandes e algumas ainda selvagens, sem contar as praias de rios, lagos e lagoas, que também são muitas.

Uma limitação das cidades que são só praia, são os dias nublados ou frios, deixando muitos aborrecidos sem ter o que fazer, às vezes até indo embora mais cedo, dizendo não terem gostado do lugar.

A falta de um grande shopping, de cinemas, teatro e outras de diversão, limita. Outra falta que deve ser sentida pelos turistas é um bom parque, jardim botânico e zoológico, também aos locais.

Estou sentindo mais esta importância, por estar organizando um museu e por conta dele, receber visitantes e escutar comentários neste sentido. Alguns mais viajados dão sugestões.

As boas cidades em atrair muitos turistas, tem a ecologia como consciência. Guarapari está crescendo, com muitos edifícios,   pouco verde e deveria ter um botânico e um zoológico.

O jardim botânico poderia ser numa grande área ainda não construída, em frente a Igreja da Praia do Morro, assim como o mini zoológico em área baldia no morro do Atalaia.

A ideia de sugerir locais é mais para refletir possibilidades e motivar eventuais interessados em defender a proposta, encontrar candidatos e mostrar tais possibilidades.

O mini zoológico poderia ser predominantemente de aves, como os de Foz do Iguaçu e Gramado, onde não existem jaulas e elas ficam soltas em uma grande tela própria.

Neste as pessoas entram dentro deste espaço e as aves, acostumadas com as visitas se aproximam, fazendo a alegria da criançada de 8 a 88 anos, que se comporta.

O jardim botânico poderia ser basicamente de árvores frutíferas, que são abundantes e ricas no Brasil, mas a maioria dos jovens quase não as conhece.

O grande apelo e atrativo seria os visitantes as poderem apanhar e saborear seus frutos, que compensaria o pequeno valor pago para fazer a visitação.

Ambos poderiam ser entregues a iniciativa privada, que os administraria com a cobrança de ingressos como acontece nos dois já citados.

Para os locais, como também ocorre nos de Foz do Iguaçu e Gramado há um desconto significativo, idem para grupos de escolares.

Viver é sonhar e sonho não ocupar lugar!

*Antônio Ribeiro é autor do Guia de Férias e Feriadões, bem como de 46 outros livros.

Contato: [email protected]

As informações e/ou opiniões contidas neste artigo são de cunho pessoal e de responsabilidade do autor; além disso, não refletem, necessariamente, os posicionamentos do folhaonline.es

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