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Antônio Ribeiro escreve para o folhaonline.es aos domingos e, a cada semana, o colunista relaciona Guarapari ao tema do momento. Antônio é administrador de empresas, viveu em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, esteve em todos os estados brasileiros, a exceção de Acre, Roraima e Amapá, ministrou cursos em todos os países da América Latina, menos nas três Guianas, e escreveu o Guia de Férias e Feriadões.

Artigo: que será de nós, pessoas e empresas, após a pandemia?

Por Antônio Ribeiro

Publicado em 23 de maio de 2021 às 09:00
Atualizado em 24 de maio de 2021 às 17:07

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Fotos: Antônio Ribeiro.

Cada vez mais, vemos um novo tipo de pedinte pelas ruas, esquinas e pontos de maior movimento. Não o morador de rua que temos habitualmente na cidade.

Este diferente aparenta não beber, nem se drogar e muitas vezes tem roupa simples, mais de quem não está no relento ou abandono. Até sua higiene é melhor.

A maioria deste novo pedinte, não pede uma moeda, simplesmente. Tem algo para vender, balas sendo a de goma a mais comum, em uma caixa própria.

Alguns fazem malabarismos, como os do verão, outros ostentam placas, que as vezes demoramos a entender, outras nos chocam pelo realismo, até exagerado.

Nesta semana, passei a refletir mais sobre o tema, ao encontrar no portão de casa, um texto em cópia xerografada, falando da falta de dinheiro e comida.

Chamou mais a atenção por pedir ajuda para comprar ingredientes para fazer bolos para venda e a forma de receber: pic pay, que diz ser de uma pessoa amiga.

Não comete pecado quem pensar ser uma nova forma de viver as custas de alguns bondosos habituais. Pelo texto, forma de entrega e arrecadação dos novos tempos.

Associo tudo isso a perdas decorrentes deste vírus, que saiu da China para matar meio mundo. Pessoas e empresas, nestas matando o emprego formal, com local de trabalho.

Com relação ao emprego, acontecerão grandes mudanças. Além do home office, a remuneração será mais por tarefa do que por tempo. Diminuirá o vínculo empregatício.

Nesta nova situação, algumas conquistas, tais como férias, 13º, FGTS, vale alimentação e planos de saúde também diminuirão, baixando qualidade de vida.

Reduzirá o movimento de carros nas ruas e no transporte coletivo. Se ficará mais em casa, gerando doenças típicas relacionadas ao sedentarismo.

Taxis, jornais, revistas, anúncios, alugueis, cinemas, discos e livros, tudo mudou. E o delivery, que cresceu como nunca com o Covid, mudará muito mais.

Mudará nosso jeito de viver. Quem sobreviver verá!

Antônio Ribeiro é administrador pelo Mackenzie, Especialista em Marketing pela PUC e MBA pela FGV. 

Contato: [email protected]

As informações e/ou opiniões contidas neste artigo são de cunho pessoal e de responsabilidade do autor; além disso, não refletem, necessariamente, os posicionamentos do folhaonline.es

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