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Justiça condena responsáveis por assassinato de motorista de aplicativo em Guarapari

Amarildo Amaro Freire foi morto em março pelos criminosos, que confessaram o crime

Por Gislan Vitalino

Publicado em 1 de setembro de 2021 às 16:12

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caso amarildo 2021 09 01
Elias Brito e Joadson Lima foram condenados pelos crimes envolvendo o motorista Amarildo Amaro Freire. Fotos: divulgação/PCES.

A justiça condenou à prisão os criminosos Joadson Lima dos Santos e Elias Brito Bernardes da Silva. Os dois foram os responsáveis pelo assassinato do motorista de aplicativo Amarildo Amaro Freire, em março deste ano, em Guarapari.

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Acompanhados de um menor, os dois homens roubaram o veículo do motorista no dia 22 de março e sequestraram o motorista, que foi levado para a região rural de Guarapari, onde foi torturado, morto e teve o corpo escondido em uma área de difícil acesso. Parte das ações chegou a ser filmada pelos envolvidos a título de ameaças e com requintes de crueldade. Na ocasião, os criminosos foram detidos pela equipe da Delegacia Especializada de Investigações Criminais de Guarapari (DEIC) em uma residência depois de uma noite de festas para “comemorar” o crime.

amarildo amaro reproducao redes sociais
O roubo do veículo aconteceu em uma segunda-feira (22) e o corpo do motorista Amarildo Amaro Freire foi encontrado no dia seguinte. Foto: reprodução/redes sociais.

A sentença foi expedida pela 2ª Vara Criminal de Guarapari na segunda-feira (30). Além de latrocínio (roubo seguido de morte) e ocultação de cadáver, os dois homens foram condenados por corrupção de menor, já que um adolescente de 16 anos também esteve envolvido no crime. Os três envolvidos confessaram os crimes.

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Joadson foi condenado a cumprir 27 anos de reclusão mais multa, enquanto Elias foi condenado a cumprir 24 anos e seis meses de reclusão mais multa. Ambos os condenados já estão detidos desde março no Centro de Detenção Provisória de Guarapari e, segundo a sentença, não poderão responder em liberdade.

arma de fabricacao caseira caso amarildo
Apesar da aparente simplicidade, a arma de fabricação caseira usada pelos criminosos tinha alto poder letal e disparava munição de calibre 12. Foto: folhaonline.es.

Crueldade chocou equipe policial

Na época, a violência do crime chocou toda a equipe policial envolvida nas investigações. “Em crimes contra o patrimônio, eu nunca tinha vislumbrado uma violência tão intensa e uma intenção tão grande de matar. Eles tinham opções, mas a escolha foi pela morte cruel da vítima”, contou Dr. Guilherme Eugênio, então delegado titular da Deic, em entrevista coletiva realizada sobre o caso na ocasião.

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