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Anchieta sedia 1ª Marcha das Margaridas

São esperadas cerca de 400 pessoas para uma movimentação pacífica que irá percorrer as principais ruas da cidade

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 3 de março de 2024 às 13:00

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marcha margaridas - Anchieta sedia 1ª Marcha das Margaridas
Foto: divulgação

Anchieta sedia na próxima quarta-feira, dia 06, a 1º Marcha das Margaridas. Trata-se de uma mobilização das mulheres rurais e urbanas em prol de direitos sociais e contra a violência. A concentração será às 7h, na Praça das Garças, no bairro Porto de Cima.

De acordo com os organizadores, são esperadas cerca de 400 pessoas para uma movimentação pacífica que irá percorrer as principais ruas da cidade. Durante o trajeto, que deve finalizar em frente a sede da Prefeitura, haverá momentos de discurso em defesa de diversos temas como saúde, trabalho, violência e desigualdade de gênero, educação e políticas públicas.

A iniciativa é promovida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e organizado pelos diversas entidades, entre Prefeitura, Mepes, Incaper, Guarda Municipal, escolas estaduais Coroneu Gomes de Oliveira e Paulo Freire, além do Núcleo das Margaridas da região litoral Sul.

A Marcha irá passar pelo Hospital Padre Humberto, avenida principal da cidade, Casa do Cidadão, avenida Rauta e encerrar em frente a praça da sede do Executivo municipal, onde haverá distribuição de lanche para os participantes.

História sobre a Marcha

A Marcha das Margaridas é um dos maiores movimentos da América Latina, coordenada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), pelas 27 Federações de Trabalhadores na Agricultura (FETAGs) e pelos mais de 4 mil Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTRs), e por várias organizações de mulheres parceiras.

A Marcha das Margaridas é uma homenagem a Margarida Maria Alves, uma trabalhadora rural e sindicalista paraibana que passou sua vida lutando pelos direitos das mulheres trabalhadoras rurais. Ela foi assassinada em 12 de agosto de 1983 e se tornou um símbolo em defesa dos direitos da categoria – e um marco na denúncia das violações sistemáticas dos direitos fundamentais.

*Com informações da Prefeitura de Anchieta.

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