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Criança de Guarapari vem a óbito vítima de afogamento em cisterna

Por Gislan Vitalino

Publicado em 24 de fevereiro de 2022 às 14:45

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Criança de Guarapari vem a óbito vítima de afogamento em cisterna
Fotos: reprodução.

Esta semana uma criança de um ano veio a óbito vítima de um afogamento em uma cisterna em Setiba. O sepultamento aconteceu no início da manhã de quarta-feira (23), em um cemitério de Vila Velha.

De acordo com fontes, o menino, identificado apenas como Daniel, de um ano e sete meses, chegou ao local em parada cardiorrespiratória, ao Hospital Infantil Francisco de Assis (Hifa), cerca de 15 minutos após ter sido retirado da água.

A equipe do hospital então realizou manobras de reanimação e estabilizou o quadro da criança, que foi transferida para o Hospital Infantil e Maternidade Alzir Bernadino Alves (Himaba), para atendimento especializado, mas a criança não resistiu e veio a óbito.

Criança de Guarapari vem a óbito vítima de afogamento em cisterna

Ministério da Saúde orienta cuidados em locais com água

Mesmo mantendo cuidado e observação constante, a possibilidade de fatalidades, como a que aconteceu com Daniel, não se exclui. Entretanto, momentos assim podem ser relevantes para que outras famílias possam reforçar medidas que podem ajudar a prevenir situações graves.

De acordo com a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, elaborada em outubro de 2016, algumas orientações são essenciais para evitar situações de afogamento, principalmente entre crianças, quando o acidente pode acontecer mesmo em ocasiões e locais inesperados.

Confira abaixo as orientações do Ministério da Saúde voltadas especificamente para as crianças:

  • qualquer reservatório com líquidos (baldes, bacias, banheiras, tanques) deve ser esvaziado após uso;
  • conservar a tampa do vaso sanitário fechada, se possível lacrado com algum dispositivo de segurança “à prova de criança” ou manter a porta do banheiro trancada;
  • manter cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos trancados ou com alguma proteção que não permita “mergulhos”;
  • crianças não devem ser deixadas sozinhas na banheira. Na hora do banho procurar ter tudo em mãos (toalha, sabonete, roupa) para não se ausentar do local;
  • em passeios de barco e afins usar sempre o colete salva vidas – é mais seguro que flutuadores (boias de braço, câmara de pneu, prancha);
  • crianças maiores devem aprender a nadar e serem educadas a evitar brincadeiras agressivas à beira de piscinas, lagos e rios;
  • procurar locais onde haja salva-vidas, e não mergulhar em águas turvas;
  • piscinas e similares devem ser adequadamente cercadas (1,5m de altura e espaço entre grades menor ou igual a 12 cm) e de preferência com portão e tranca. A presença de brinquedos dentro da piscina deve ser evitada;
  • ao construir a piscina residencial deve-se obedecer a normas técnicas de segurança, tais como a profundidade permitida.

O documento do Ministério da Saúde reforça ainda que, ao contrário do que se imagina, o acidente ocorre de forma silenciosa. “A cena da vítima debatendo-se na água e gritando por socorro (como se vê em filmes e afins) é pouco descrita por testemunhas de afogamentos. Deve ser lembrado que além do fato da morte, grande parte dos sobreviventes apresenta sequelas neurológicas graves e irreversíveis, fazendo com que a prevenção seja a melhor estratégia para evitar acidentes por afogamento”, destaca a orientação de caráter educativo do Ministério da Saúde.

É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.

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