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Espírito Santo perdeu R$ 4,67 bilhões com violência no trânsito em 2016

Por Glenda Machado

Publicado em 30 de agosto de 2017 às 11:53
Atualizado em 30 de agosto de 2017 às 11:53
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Estudo da Escola Nacional de Seguros aponta que perdas da capacidade produtiva equivalem a 3,56% do PIB do estado – a maior da região Sudeste

A violência no trânsito capixaba provocou um impacto econômico de R$ 4,67 bilhões no ano passado, ou 3,56% do Produto Interno Bruto (PIB), a maior da região Sudeste. Essa é a perda da capacidade produtiva causada por acidentes que mataram 761  pessoas e deixaram outras 717 com invalidez permanente. O valor corresponde ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas caso não tivessem se acidentado. O cálculo é do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros.

Entre 2015 e 2016, houve redução de 34% na perda do PIB do estado, mesmo assim a taxa ainda está acima da média regional (1,74%). No ano anterior, a perda no PIB foi de R$ 6,81 bilhões.  O fator que mede a perda da capacidade produtiva é chamado de Valor Estatístico da Vida (VEV), ou seja, o quanto cada brasileiro deixa de produzir anualmente em caso de morte ou invalidez.

Segundo o diretor do CPES, Claudio Contador, a redução do número de vítimas de acidentes graves está ligada a dois fatores básicos: o aumento da fiscalização (Lei Seca) em alguns estados e a crise econômica, que reduziu as vendas de automóveis e tirou muitos veículos de circulação no país.

“A violência no trânsito caiu de forma considerável, o que é um fato alentador. Ainda assim, o número de vítimas remete a um quadro de guerra. E a grande maioria concentra-se na faixa etária de 18 a 64 anos. Ou seja, pertence a um grupo em plena produção de riquezas para a sociedade”, analisa Claudio Contador.

 

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