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Governo atende à indicação de deputado e implementa o programa “Melhor em Casa” no ES

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 4 de março de 2020 às 10:38
Atualizado em 4 de março de 2020 às 10:38

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O programa do Ministério da Saúde objetiva levar atendimento domiciliar ao paciente por meio do Sistema Único de Saúde (SUS)

Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) anunciou que, a partir deste mês, o Governo do Estado do Espírito Santo irá aderir ao ‘Melhor em Casa’ e levar atendimento domiciliar ao paciente por intermédio do Sistema Único de Saúde (SUS). A adesão foi uma indicação do deputado estadual Sergio Majeski (PSB), aprovada na Assembleia Legislativa em junho de 2019. Em março, o serviço será disponibilizado nos municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Colatina, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória, que foram selecionados para a primeira etapa.

Com o início das atividades no Espírito Santo, todos os estados do Brasil passam a participar do programa do Ministério da Saúde. De acordo com Majeski, o serviço é essencial para algumas famílias e um de seus benefícios é a redução da demanda por leitos nas unidades de saúde. Segundo dados da Sesa, caso o programa já estivesse em vigor, cerca de 150 pacientes localizados na Grande Vitória poderiam receber atendimento domiciliar e os leitos estariam disponíveis para receber outros pacientes.

Melhor em Casa

Criado em 2011, o “Melhor em Casa” é um serviço indicado para pessoas que apresentam dificuldades temporárias ou definitivas de sair das residências para chegar até uma unidade de saúde, ou ainda para pessoas que estejam em situações nas quais a atenção domiciliar é a mais indicada para o tratamento. A atenção domiciliar tem por objetivo proporcionar ao paciente um cuidado mais próximo da rotina da família, evitando hospitalizações desnecessárias e, com isso, diminuindo o risco de infecções.

O atendimento é realizado por equipes multidisciplinares, formadas prioritariamente por médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeuta ou assistente social. Outros profissionais (fonoaudiólogo, nutricionista, odontólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional e farmacêutico) poderão compor as equipes de apoio. Cada grupo de trabalho poderá atender, em média, 60 pacientes, simultaneamente.

  • Com informações da Assessoria do deputado estadual Sergio Majeski (PSB-ES)

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