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Guarapari: Futura capital do turismo no Espírito Santo

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 29 de setembro de 2019 às 15:00
Atualizado em 27 de setembro de 2019 às 15:34
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Coluna Antônio Ribeiro (*)

Assisti na Câmara de Vereadores de Guarapari uma interessante palestra de Gilson Daniel, prefeito Municipal de Viana, que apresentou dados da revolução naquele município, fazendo-o a Capital Estadual da Logística.

Afora o oportunismo e pioneirismo da ideia, a proposta inteligente uniu a cidade e focou investimentos, motivou empresas e empresários, que já estavam no município e muitas novas que por isso, lá estabeleceram suas unidades.

Saí impressionado e continuei pensando de que forma algo neste sentido poderia unir Guarapari e servir como aríete e alavanca para o desenvolvimento deste município, que tanto clama e reclama por empregos pós Samarco.

Aqui em Guarapari, temos uma natural vocação para o turismo, com muitas iniciativas isoladas e poucas ações aglutinadoras dos envolvidos, para que algo verdadeiramente grande agite a cidade em busca da excelência.

Presente, Gustavo Guimarães, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado do Espírito Santo, com quem tenho trocado opiniões neste sentido e na busca de uma proposta que torne isso realidade.

Algo simples e no estilo do que alavancou Viana: Guaparari ser a Capital do Turismo do Espírito Santo. Alguns poderão pensar que já é, mas outro dado recente colocou em dúvida se o era de fato.

Projeto com apoio do Sebrae ao Governo do Estado, escolheu as cinco cidades com vocação turística. Se não fosse a ação do secretário Adjunto do Turismo, Gedson Merizio, estaríamos fora.

Temos tudo para ser e na prática quase não fomos. Não adianta parecer, tem que ser. Na verdade, ficamos há tempo no potencial e não firmamos posição, que algo neste sentido pode ser o fomentador.

Não são só as 52 praias e suas belezas exuberantes e também a pesca abundante na maior variedade de peixes da América Latina, que nos propiciou um recorde no Marlim, por mais de 25 anos.

As areias monazíticas e suas curas que há décadas são sinônimos de saúde pela radioatividade comprovada e uma brisa medicinal que me curou a hipertensão, que gera poucos turistas.

Afora o turismo religioso, que nos brindou José de Anchieta, a Fonte e a Matriz, que também pouco geram em procura como destino, tal qual Buenos Aires e serra próximas, pouco atraem.

Falta algo maior, que una estes e outros atrativos, numa grande força, que bem pode ser a proposta da Capital Estadual do Turismo no Espírito Santo.

(*) Autor do livro VOCÊ DECIDE Guia de Férias, Feriados e Feriadões, além de outros 46 livros de marketing, gestão, motivação e sucesso profissional.

 

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