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Reunião em Guarapari discute normas de utilização para o Morro da Pescaria

Por Redação Folhaonline.es

Publicado em 5 de fevereiro de 2019 às 15:44
Atualizado em 6 de fevereiro de 2019 às 11:43
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No encontro, foi tratado sobre o Plano de Manejo, documento que começou a ser desenvolvido em 2017 e determina diretrizes para a unidade de conservação.

Na reunião, o biólogo coordenador do Parque, Rivelino Galvão, apresentou a biodiversidade do Morro da Pescaria. Fotos: Folha Online.

Na manhã de hoje (05), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agricultura realizou uma reunião na sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed), para discutir o Plano de Manejo do Morro da Pescaria, que tem o objetivo de instituir normas de utilização do parque natural. Essa foi a quarta reunião pública para tratar sobre o projeto, que deve ser finalizado em junho.

De acordo com a Secretária de Meio Ambiente e Agricultura de Guarapari, Thereza Cristina, o plano de manejo é uma obrigatoriedade imposta pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), que rege o Morro da Pescaria. “Desde que o parque foi constituído como uma unidade de conservação, nunca foi feito um plano de manejo. Ele serve para se ter normas e diretrizes do que se pode ter e fazer lá dentro. Qualquer coisa que se queira implantar no parque deve passar por esse projeto”, explicou.

Na reunião, o biólogo da prefeitura e coordenador do Morro da Pescaria, Rivelino Galvão, detalhou as características da unidade de conservação. De acordo com o biólogo, o projeto estruturou oito áreas de zoneamento. “O parque vai ser dividido em zonas e cada uma delas vai possuir uma norma de utilização. Isso é muito importante para impor regras dentro do parque”, declarou.

Na reunião, foi apresentado o zoneamento do Morro da Pescaria.

De acordo com o biólogo, no plano de manejo estão incluídas áreas próprias para implantação de empreendimentos turísticos. “A zona de uso intensivo é própria para instalação desses equipamentos e vai poder contemplar diversos atrativos como tirolesa, trilha ferrata, escalada, entre outros. A nossa maior preocupação é a conservação. O parque tem uma alta taxa de visitação, então têm que ser desenvolvidas regras pra que essa visitação não agrida o meio ambiente”, enfatizou.

No encontro, Maria Thereza declarou que projetos turísticos já estão sendo idealizados para o parque. “A própria unidade de conservação já é um grande atrativo turístico, mas existem vários projetos que podem ser implantados ali como, por exemplo, o táxi marítimo, que seria uma ótima alternativa para Guarapari”, contou.

Texto: Sara de Oliveira

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