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Antônio Ribeiro escreve para o folhaonline.es aos domingos e, a cada semana, o colunista relaciona Guarapari ao tema do momento. Antônio é administrador de empresas, viveu em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, esteve em todos os estados brasileiros, a exceção de Acre, Roraima e Amapá, ministrou cursos em todos os países da América Latina, menos nas três Guianas, e escreveu o Guia de Férias e Feriadões.

Artigo: novo mercado do produtor rural pede melhorias na região central da cidade

Por Antônio Ribeiro

Publicado em 8 de agosto de 2021 às 09:00
Atualizado em 9 de agosto de 2021 às 16:01

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Fotos: Antônio Ribeiro

Em fase de acabamento nas obras que o transformaram de uma simples feira livre em um complexo hipermercado, com qualidade, conforto e segurança para produtores e consumidores, o novo Mercado do Produtor Rural está prestes a ser inaugurado.

Falta somente terminar a calçada e receber os equipamentos necessários para o início do funcionamento, que já poderia ter ocorrido, não fosse a pandemia que por um tempo paralisou a parte principal da obra que revolucionará a cidade.

A feira livre antes sujeita as intempéries que prejudicavam seu funcionamento com chuva, frio ou muito calor, agora totalmente coberta e fechada, trará um novo conceito para o abastecimento de horti fruti granjeiros em Guarapari.

Até pelo visual que já se percebe na parte externa, será um novo prazer frequentar um dos pontos mais tradicionais de compra dos gêneros alimentícios na Cidade Saúde, inclusive pelo fator higiene e limpeza que eles tanto requerem.

Para que a mudança seja completa e para que mude radicalmente a imagem daquela parte da cidade, faz-se necessária uma atenção ao vizinho mercado do peixe, que há tempos dá sinais de descuidado e descontrole em vários aspectos.

Basicamente uma fiscalização rigorosa no comércio marginal que ali ocorre a céu aberto, descarte inadequado de restos de peixe, lixo não acondicionado e pouca preocupação de higiene com o precioso produto ali comercializado.

Maior indicador da inapropriada condição de venda de um dos principais produtos da região, o peixe, é o mau cheiro insuportável e a constante presença de urubus e ratos disputando a carniça em estado de abandono e putrefação.

Como acontecia com a vizinha feira livre, a área existe e é apropriada em espaço e acesso, faltando adequar as instalações ao nível do vizinho e moderno Mercado do Produtor Rural, que a partir de agora ditará o padrão na região.

Todo o comércio hoje existente na área, em sua maioria voltado ao abastecimento, irá naturalmente se adaptar ao novo padrão ditado pelo novo mercado, sob risco de perder a clientela, que se fará mais exigente por isso.

Precisamos nos reeducar para fazer frente ao risco de outras pandemias, já a partir de coisas simples, como o trato de segurança e higiene na manipulação, embalagem e descarte no processamento de alimentos.

Não podemos perder a oportunidade, que começou com a nova orla e continuou com o novo Mercado do Produtor Rural, para transformar aquela parte do centro em região prazerosa de se visitar.

Não devemos esquecer que a pandemia começou num mercado sem a adequada higiene na China!

*Antônio Ribeiro é administrador pelo Mackenzie, Especialista em Marketing pela PUC e MBA pela FGV.

Contato: [email protected]

As informações e/ou opiniões contidas neste artigo são de cunho pessoal e de responsabilidade do autor; além disso, não refletem, necessariamente, os posicionamentos do folhaonline.es

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