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Familiares e amigos de casal atropelado em Guarapari se manifestam pedindo justiça

O motoboy Webster Luiz Santos Lopes teve alta na tarde desta quinta-feira (02) por volta de 12h

Por Gislan Vitalino

Publicado em 2 de setembro de 2021 às 18:57
Atualizado em 4 de setembro de 2021 às 08:40

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Mãe de Webster, Kely Cristina Conceição (à esquerda) e mãe de Franciane, Rosangela Bueque (à direita), temem que a responsável pelo atopelamento seja liberada. Foto: Folhaonline.es.

Na tarde desta quinta-feira (02) familiares e amigos do casal Franciane Bueque Silva e Webster Luiz Santos Lopes, atropelados em Guarapari no dia 26 de agosto, realizaram uma manifestação pedindo por justiça no julgamento do caso. Vestidos com camisas com fotos do casal e segurando cartazes, o grupo fez uma passeata saindo do Radium Hotel, no Centro de Guarapari e passou por Muquiçaba, com destino ao Fórum Desembargador Gregório Magno.

No início da tarde de hoje (02), o motoboy Webster Luiz Santos Lopes teve alta médica. A mãe do motociclista, Kely Cristina Conceição dos Santos, de 42 anos, esteve na manifestação e explicou que o motoboy já está em casa e não sabe quando ele poderá voltar a trabalhar. “Ele ainda está muito abalado, teve fratura na coluna e teve escoriações superficiais. O que a gente espera é que a justiça seja feita da melhor forma”, afirmou.

A mãe de Franciane, Rosangela Bueque, de 60 anos, também esteve presente no protesto e afirmou que é impossível definir a falta que a filha faz. “Era a minha princesa. Está sendo muito difícil para mim, não desejo que mãe nenhuma passe por isso”, explicou. Agora, a trabalhadora do lar espera por justiça divina. “Está nas mãos de Deus e é ele quem vai tomar conta”, afirmou a mãe.

A prima de Franciane, Mariana Lopes, explicou que o objetivo do protesto é que a acusada Karen Keithy Morais, de 36 anos, permaneça na cadeia. “Nós estamos aqui hoje porque ela apresenta perigo para a sociedade e tem que ficar presa mesmo”, afirmou.

Consultada, a assistência de acusação explicou que a acusação tem trabalhado para que o processo ocorra dentro da legalidade e que a justiça brasileira seja aplicada. “Não somos justiceiros, mas tudo precisa ocorrer dentro da legalidade e a acusada precisa pagar pelo crime, como qualquer outra pessoa dentro do sistema judicial brasileiro, frisou o advogado Dr. Lucas Neto.

Atualmente, a justiça decretou a prisão preventiva de Karen Keithy Morais, que foi levada ao Centro Prisional feminino de Cariacica.

É proibida a reprodução total ou parcial de textos, fotos e ilustrações, por qualquer meio, sem prévia autorização do FolhaOnline.es.

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