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Cerco se fecha contra Dalva Da Matta

Por Livia Rangel

Publicado em 28 de agosto de 2013 às 00:00
Atualizado em 27 de janeiro de 2015 às 11:03

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Investigada por rachid e por uso irregular de diárias, a vereadora e atual presidente da Câmara de Anchieta Dalva da Matta (PDT) pode ser alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito a ser aberta na própria casa de leis, e também ser afastada do cargo ainda esta semana.

A criação da CPI será votada em sessão extraordinária nesta quinta-feira (29), às 18 horas e promete muita polêmica. “A CPI será feita em cima da notificação recebida por nós pelo Ministério Público. Vamos investigar todas as contas e contratos da Casa”, informou a vereadora Merinha (PSB).

 Nas últimas semanas, o cerco vem se fechando contra Dalva. Nesta terça (27), a Promotoria de Justiça de Anchieta enviou uma nota recomendatória solicitando uma votação pelo afastamento de Dalva. Um dia antes, a vereadora também havia sido notificada pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que pediu o afastamento da pedetista, assim como o bloqueio dos bens e da conta bancária dela, de seu marido, Antônio José Igreja, e dos institutos Capacitar de Assessoria e Consultoria LTDA, Nacional Municipalista LTDA e de Gestão em Estudos da Administração Pública.

Desde a semana passada, dois auditores do Tribunal de Contas Estadual (TCES) estão na Câmara de Anchieta, onde estão realizando uma avaliação criteriosa de todos os gastos do Legislativo do município com diárias, combustíveis, publicidade e contratos de assessoria e consultoria em 2012. Sob o comando de Dalva da Matta, a Câmara gastou R$ 1,1 milhão com diárias só em 2012. Nos últimos quatro anos, foram R$ 2,7 milhões com esse tipo de despesa, sendo R$ 337,1 mil, em 2010 e R$ 893,3 mil em 2011, primeiro ano em que Dalva presidiu a Casa.

Dalva é investigada por rachid e por uso irregular de diárias. Segundo a Ação Civil de Improbidade, a vereadora, em 2009, teria obrigado alguns funcionários da Casa a devolverem a ela parte do salário recebido.

O dinheiro teria sido entregue à própria vereadora ou ao marido. A quantia era usada para fazer pagamentos a pessoas que trabalham para Dalva, segundo o MPES.

O pedido de bloqueio de bens e de afastamento de Dalva ainda não foi analisado pelo juiz Carlos Henrique Cruz de Araújo Pinto. Ele declarou ao Jornal A Gazeta que vai tomar sua decisão até sexta-feira (30).

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