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Antônio Ribeiro escreve para o folhaonline.es aos domingos e, a cada semana, o colunista relaciona Guarapari ao tema do momento. Antônio é administrador de empresas, viveu em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, esteve em todos os estados brasileiros, a exceção de Acre, Roraima e Amapá, ministrou cursos em todos os países da América Latina, menos nas três Guianas, e escreveu o Guia de Férias e Feriadões.

Mudança no hábito dos mineiros: Não trazer carne x Levar peixe!

Por Antônio Ribeiro

Publicado em 25 de outubro de 2020 às 09:00
Atualizado em 26 de outubro de 2020 às 12:42
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Antônio Ribeiro (*)

Foto: Marcelo Moryan.

Que a maioria dos turistas que aqui vem é de mineiros, acho que todos concordam. Muitos dizem que eles vem com o porta malas cheio de comida e bebida. Concorda? Sabem por quê? E que fazer para mudar isso? É possível!

Não é objetivo desta coluna debater o motivo, mas é bom saber, já que os preços aqui em Guarapari, na temporada, são mais altos do que pagamos durante o ano todo, o que para nós é ruim. Pagamos uma conta que não é nossa!

A maioria dos que leem, sabem que o rebanho de gado em Minas Gerais é bem maior do que o do Espírito Santo, fazendo com que os preços lá sejam mais competitivos e por isso mais acessíveis, se comparados com os daqui.

Também não se discute que há variedade, qualidade e abundância de peixes e outros frutos do mar, que não existe por lá, afora a quantidade de barcos e pescadores, que assustam as estatísticas dos que recebem o defeso.

Para mudar esta mentalidade deles, de trazer bastante comida, tem-se que criar um hábito novo, com coisas que sejam melhores à saúde, mais salutares e diferentes do que eles tem por lá, durante o ano todo.

O que vejo de entrave, comparando o preço do peixe servido aqui nos restaurantes, com o valor do quilo do mesmo peixe, comprado nos barcos dos pescadores. Algo que para exemplo se pode falar em 200 e 20.

Talvez isso esteja fazendo com que os próprios pescadores, quando veem que o comprador é turista, pratiquem valor bem acima do que se encontra facilmente em Anchieta e Piúma, nos de lá.

O objetivo maior desta coluna é tentar mudar o hábito: ao invés de trazer um grande isopor cheio de carne, que aí tragam muita cerveja, que é fabricada por lá e na volta levem este cheio de peixes.

Para tal, além de preço bom para o peixe, seria importante melhorar a organização e fiscalização, do entorno do mercado de peixe e dos barcos que vendem peixe direto na linda nova orla.

Aproveitando que teremos uma nova feira no próximo ano e novos vereadores, para cobrar um mercado de peixes melhor, para atender uma grande demanda.

Nós também poderíamos cobrar dos restaurantes, para que tenham além da boa e cara moqueca, um prato simples e barato, com peixe grelhado.

Comentar sobre este tema com pescadores e vendedores de peixe, encaminhando esta coluna, também ajudaria. A mineiros também!

(*) Especialista em Marketing pela PUC e em Gestão pela FGV.

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