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Antônio Ribeiro escreve para o folhaonline.es aos domingos e, a cada semana, o colunista relaciona Guarapari ao tema do momento. Antônio é administrador de empresas, viveu em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, esteve em todos os estados brasileiros, a exceção de Acre, Roraima e Amapá, ministrou cursos em todos os países da América Latina, menos nas três Guianas, e escreveu o Guia de Férias e Feriadões.

Artigo: uma Guarapari diferente por usar melhor os seus templos ociosos

Por Antônio Ribeiro

Publicado em 20 de junho de 2021 às 09:00
Atualizado em 21 de junho de 2021 às 13:30

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Foto: Antônio Ribeiro.

Existem na cidade, como também acontece em todo o país, uma grande quantidade de templos, uns maiores, outros nem tanto. A maioria tem em comum o fato de terem muitos horários ociosos, sem outras atividades.

Também é verdade que, quase sempre que se procura lugar para uma reunião, palestra, curso ou outra atividade que requeira sala ou auditório, tem-se dificuldade de encontrar. As que existem são bastante usadas.

Na proposta de hoje, irei comentar sobre uso destes, sempre em horários diferentes dos que habitualmente acontecem os cultos, como por exemplo, no período da manhã ou em dia sem celebrações religiosas.

Cumpririam assim uma função social, sempre com uso educativo ou associativo e serviriam para as pessoas conhecerem os templos, as igrejas que neles funcionam e outras atividades lá realizadas.

Alguns tipos de atividades que poderiam ser desenvolvidas, cabendo a cada igreja definir se sim ou não e quais modalidades seriam possíveis. Alguns exemplos destas, poderiam ser:

– Palestras motivacionais e cursos profissionais;

– Peças de teatro e apresentação de filmes;

– Telão para assistir a shows ou futebol;

– Reuniões de associações de bairro;

– Formaturas e celebrações cívicas;

– Ensaios e apresentações de corais;

– Idem para os grupos musicais;

– Auditório para cursos a distância;

– Palestras de entidades profissionais;

– Reuniões de NA, AA e compulsivos;

– Assembleias de partidos ou sindicatos;

– Reuniões de associações culturais, entre outras.

Viabilizariam atividades institucionais, que se não fosse assim, talvez não acontecessem, justo por falta de local, sendo que alguns poucos que existem são alugados a valores de mercado.

Evidentemente, teriam que ser respeitadas as especificações pela pandemia, tais como: limite de capacidade, distanciamento social, horários determinados, máscaras e álcool em gel.

A cada igreja caberia definir quais destas atividades seriam aceitas, quais não, e eventuais limitações ao uso, como por exemplo não ao consumo de bebidas alcoólicas ou similares.

Pode parecer óbvio, mas é bom lembrar que seria dada preferência a eventos de entidades que tivessem participação de membros da igreja, como critério de escolha e divulgação.

Obviamente algum custeio seria possível, para fazer frente a energia, água, sanitários, material de limpeza e arrumação, na prática um valor estabelecido como se fosse uma diária.

Um incentivo à volta gradual da vida normal!

Antônio Ribeiro é administrador pelo Mackenzie, especialista em Marketing pela PUC e MBA pela FGV.

Contato: [email protected]

As informações e/ou opiniões contidas neste artigo são de cunho pessoal e de responsabilidade do autor; além disso, não refletem, necessariamente, os posicionamentos do folhaonline.es

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