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Antônio Ribeiro escreve para o folhaonline.es aos domingos e, a cada semana, o colunista relaciona Guarapari ao tema do momento. Antônio é administrador de empresas, viveu em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, esteve em todos os estados brasileiros, a exceção de Acre, Roraima e Amapá, ministrou cursos em todos os países da América Latina, menos nas três Guianas, e escreveu o Guia de Férias e Feriadões.

Por que os preços de tudo terão que baixar no período pós pandemia?

Por Antônio Ribeiro

Publicado em 17 de maio de 2020 às 15:00
Atualizado em 18 de maio de 2020 às 17:48

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Para felicidade geral, no mundo e aqui não será diferente, as notícias são de que a vida está começando a se normalizar, onde os efeitos do coronavírus apareceram antes. Está começando a retomada, gradual e progressiva.

Esta com certeza é a notícia mais esperada pela maioria, até porque todos não aguentam mais notícias ruins e querem algo para se motivar e ter outra coisa para falar e comentar, que não sejam contaminados, curados e mortes.

Igualmente esperada e certamente desejada por todos, está a necessidade dos preços começarem a baixar, principalmente dos artigos de primeira necessidade, que foram duramente afetados pelo isolamento e pandemia. 

Motivos existem de sobra, tanto que iremos comentar muitos: preços subiram demais, pelo fato do aumento de compra para estocar e não precisaremos comprar tanto, assim como a procura de tudo está começando a diminuir.

Os custos de tudo, começarão naturalmente a cair e alguns precisarão vender para se manter. Alguns precisarão vender, para não fechar, já que muitos demitiram e diminuíram. É a lei de sobrevivência das empresas.

Como o poder aquisitivo caiu muito para a maioria, os compradores estarão mais seletivos no que comprar, já que estão consumindo só o necessário e boa parte perdeu o hábito de esbanjar ou de se mostrar comprando.

Esta diminuição nas compras por impulso, gerará um aumento da competitividade entre as empresas e para não correr o risco de ter que fechar, muitas concorrentes abaixarão seus preços, para conseguir se manter.

Muitos estão ressabiados, por se sentirem explorados durante a pandemia, estando em bom número endividados, com débito em conta nos seus vencimentos, todos com menos dinheiro e quase sem reservas. 

Quase não haverá compra de supérfluos, assim como não acontecerão muitas festas ou eventos, bem como haverão despesas novas com prevenção a doenças, que farão a maioria pensar antes de comprar. .

Algumas novidades surgirão, como aumento de vendas diretas pelos produtores e todos  terão mais tempo para pesquisar.

As informações e/ou opiniões contidas neste artigo são de cunho pessoal e de responsabilidade do autor; além disso, não refletem, necessariamente, os posicionamentos do folhaonline.es

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